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Archive for maio \01\UTC 2011

Bíblia – Apocalipse – Introdução

 

LIVRO DE APOCALIPSE
 

AUTOR: O apóstolo João.

LUGAR: Possivelmente na ilha de Patmos, na costa ocidental da Ásia Menor, aonde João foi desterrado ” por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus “.

DATA: Indeterminada. De acordo com a opinião tradicional, perto do ano 96 a.C.

AUTORIDADE: Diz-se ser a revelação de Jesus, 1:1.

MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO: Estes têm sido extremamente variados e com freqüência imaginativos. Milhares de volumes têm sido escritos sobre este livro. Existem quatro escolas principais que tratam deste tema.

(1) A pretérita. Crê que as profecias de Apocalipse já se cumpriram.
(2) A futurista. Sustenta que o livro contém um prognóstico da história universal.
(3) A histórica. Vê os eventos do livro como descrições simbólicas da história da igreja, desde a época do Novo Testamento até o final dos tempos.
(4) A eclética, ou idealista. Firma-se nos princípios espirituais do livro e não dogmatiza sobre detalhes das visões mais misteriosas.

Esta escola crê que há três classes de passagens no Apocalipse: as que são mui claras em seu ensino espiritual; as que são misteriosas, mas que contêm elementos da verdade e são instrutivas; as que são tão ocultas que é inútil, com nosso conhecimento atual, dar-lhes interpretações finais.

É provável que algumas profecias contenham dois elementos, o próximo e o distante. O primeiro se refere especialmente a eventos durante a época de João ou pouco depois; o último trata de acontecimentos dos tempos vindouros.

PARTICULARIDADES:

(1) O Apocalipse é o único livro da Bíblia que contém uma promessa especial aos leitores obedientes (1:3), e ao mesmo tempo pronuncia uma maldição sobre os que alterem seu conteúdo, 22:18-19.
(2) Sete é o número dominante do livro. Sete candeeiros, igrejas, selos, anjos, trombetas, tronos, taças, espíritos, estrelas, etc.; e sete “não mais”.
(3) Os últimos capítulos de Apocalipse contêm um contraste assombroso com os primeiros capítulos de Gênesis. Gênesis fala da criação do sol, da entrada do pecado no mundo, da proclamação da maldição, do triunfo de Satanás, e da exclusão da “árvore da vida”. Apocalipse fala de um lugar onde não haverá pecado nem maldição, onde Satanás será vencido, e onde haverá acesso à ” árvore da vida “.

PLANO DE ESTUDO:

Ainda que este livro tenha sido com freqüência passado por alto, devido a seu caráter misterioso, há muitos pontos de vista a partir dos quais pode-se estudá-lo proveitosamente, sem a necessidade de dar-lhe interpretação dogmática ou arbitrária. Se o livro está escrito em chave, não pretendemos haver encontrado um manual que lhe revele os mistérios.

Simplesmente sugerimos o tema seguinte como algo proveitoso.

TEMA SUGERIDO: O conflito moral e espiritual das épocas.

FIGURA CENTRAL: O Cordeiro, finalmente vitorioso sobre todos os poderes do mal. O Cordeiro é mencionado cerca de trinta vezes.

ACONTECIMENTOS DA ÉPOCA: Há muitos destes acontecimentos no livro; sugerimos dois, que devemos considerar no estudo das visões.

(1) O nascimento do filho varão, visto por muitos como a encarnação de Jesus Cristo, cap. 12.
(2) O toque da sétima trombeta (11:15), que anuncia sua vitória em todo o mundo.

SINOPSE:

O livro pode ser dividido numa série de visões, algumas das quais são parcial ou totalmente veladas: outras são comparativamente claras em seus ensinos. Não é possível dizer sempre onde termina uma visão e começa outra, mas, por conveniência, elas podem ser estudadas sob vários números, de acordo com o ponto de vista de cada uma.

Cap. 1.
(1) Introdução e promessa aos leitores obedientes, vv. 1-3.
(2) Saudação de João e do Cristo glorificado, vv. 4-8.

VISÃO I.

(1) Do Cristo glorificado, 9-16.
(2) A ordem de escrever às sete igrejas, v. 19.
(3) A mensagem às igrejas, caps. 2-3.

Cap. 2.
(a) A Éfeso, a igreja reincidente, persistente no serviço, estrita na disciplina, mas esfriando-se em seu amor, vv. 1-7.
(b) A Esmirna, a igreja pobre, mas verdadeiramente rica, que enfrenta um período de perseguição, vv. 8-11.
(c) A Pérgamo, a igreja num ambiente perverso, firme mas infectada com heresia, vv. 12-17.
(d) A Tiatira, a igreja de boas obras, mas que tolerava uma falsa profetisa, vv. 18-29.

Cap. 3.
(e) A Sardes, a igreja moribunda, vv. 1-6.
(f) A Filadélfia, a igreja fraca, mas fiel, vv. 7-13.
(g) A Laodicéia, a igreja morna, satisfeita consigo mesma, que se orgulha da sua riqueza, mas que é miserável, pobre, cega e nua, vv. 14-22.
Pensamento saliente: promessas aos vencedores.

VISÃO II. Parcialmente velada.

Cap. 4.
(1) A visão de Deus no céu sobre seu trono, o Criador do Universo recebendo a adoração dos seres viventes e dos vinte e quatro anciãos, vv. 1-11.

Cap. 5.
(2) O Cordeiro abre o livro dos sete selos, o cântico novo, e a adoração universal do Cordeiro. Interpretação sugerida: somente Cristo pode descobrir os mistérios divinos mas profundos.

Cap. 6.
(3) A abertura dos seis selos, (velada), vv. 1-17. Tem havido muitas interpretações diferentes; não vale a pena juntar outra. Uma lição clara, vv. 9-11, é que os crentes são provados pela demora divina.

VISÃO III. Parcialmente velada.

Cap. 7. vv. 1-8, Pensamento sugerido: Deus protege seu povo escolhido.

VISÃO IV.

Cap. 7. Certezas reconfortantes.
(a) A multidão incontável dos redimidos, vv. 9-10.
(b) Os meios mediante os quais eles aparecem na presença de Deus, vv. 13-15.
(c) Suas atividades e seu gozo eterno, vv. 15-17.

VISÃO V. Parcialmente velada.

Cap. 8. Evento transcendental, a abertura do sétimo selo, causa silêncio no céu. v. 1.
Possível explicação. Toda a música e as vozes dos anjos silenciaram porque durante o período do sétimo selo Cristo devia sair para a sua missão na terra.
Isto não é mera imaginação. O fim do tempo evidentemente se aproximava, 10:6. Se esta interpretação é correta, em 8:1 nos encontramos na fonte exata do plano divino de salvação, e veremos que os eventos focalizam até o filho varão do capítulo.
Em 8:3-4, a idéia parece ser que as orações dos santos subiram a Deus pedindo a vinda do reino messiânico.

Cap. 9. Logo continua uma porção velada da visão, o toque das seis trombetas, caps. 8 e 9, que segundo parece, anuncia os juízos vindouros.

Caps. 10 e 11.

VISÃO VI. Parcialmente velada. A única coisa clara é que os eventos parecem apontar a grande consumação pelo fato do anjo poderoso anunciar que não haveria mais demora. (10:5-7), mas que as boas novas referidas pelos profetas estão prestes a ser cumpridas.

Entre tantas opiniões diferentes, é temerário sugerir uma interpretação do livrinho do capítulo 10 e das duas testemunhas do capítulo 11. Já que estes precedem imediatamente a visão do nascimento do filho varão do capítulo 12, eles podem referir-se ao período profético anterior à vinda de Cristo.

Talvez os capítulos 12-20 contenham visões parcialmente veladas relacionadas com o grande conflito messiânico.

VISÃO VII.

Caps. 12 e 13. O grande evento da época, O nascimento do filho varão, Cristo, e a manifestação simultânea dos poderes satânicos organizados para destruí-lo.

A justificação deste ponto de vista é que durante a vida de Cristo na terra os poderes das trevas estavam em intensa atividade. Note a intenção de Herodes de destruir o menino Jesus, os numerosos casos de possessão satânica e a oposição maligna que resultou na crucificação de Cristo.

Não há aqui nenhuma interpretação detalhada dos mistérios, mas se chama a atenção para as armas espirituais com as quais seria ganha a vitória, vv. 12.11.

VISÃO VIII. Parcialmente velada.

Cap. 14, vv. 1-13. Sem nenhuma interpretação forçada, é possível olhar este capítulo como um resumo profético do conflito vindouro entre o Cordeiro e seus inimigos.

Se este ponto de vista é aceito, nos primeiros cinco versículos os cento e quarenta e quatro mil representariam os crentes sobresselentes da primeira dispensação; os versículos 6-7 se refeririam ao começo de uma atividade missionária em todo o mundo; os versículos 8-11 seriam anúncios preliminares da vitória final, e os versículos 12-13 se refeririam à bem-aventurança dos crentes mortos.

VISÃO IX. Parcialmente velada.

Cap. 14. A sega e a vindima, vv. 16-20.

VISÃO X. Parcialmente velada.

Cap. 15.
(1) Os primeiros vencedores e seu cântico, vv. 1-4.
(2) Os sete anjos e as taças de ouro, vv. 5-8.

Cap. 16. O derramamento das sete taças da ira, vv. 1-21.

VISÃO XI. Velada.

Caps. 17,18. A queda de Babilônia, a cidade prostituta, e dos inimigos do Cordeiro que a venceram.

VISÃO XII.

Cap. 19.
(1) O coro de aleluia no céu, celebrando a vitória espiritual, vv. 1-6.
(2) As bodas do Cordeiro, vv. 7-9.

VISÃO XIII.

(1) Cristo, o conquistador espiritual, sobre um cavalo branco, fere as nações com a espada do Espírito, 19:11-16.
(2) Parcialmente velada. Cristo vence a besta, o falso profeta e a seus aliados.

VISÃO XIV. Parcialmente velada.

Cap. 20.
(1) O aprisionamento de Satanás, vv. 1-3.
(2) A primeira ressurreição, vv. 4-6.
(3) Satanás é desamarrado; sua atividade maligna, vv. 7-9.
(4) A queda de Satanás, a besta e o falso profeta, v. 10.
(5) O juízo final, vv. 11-15.

VISÃO XV.

Caps. 21-22. Os novos céus e a nova terra. A cidade Santa, um tipo da Igreja, a esposa do Cordeiro.

Cap. 21. Suas características: Origem celestial,21:2; radiante, v. 11; separada e protegida, v. 12; acessível, v. 13; alicerces firmes, v. 14; inabalável, v. 16; formosamente adornada, vv. 18-21; com um templo espiritual, v. 22; iluminada por Deus, vv. 23-25;glorificada, v. 26; livre de manchas, v. 27.

Cap. 22. O paraíso restaurado. Suas características distintivas: o rio da vida, v. 1; a árvore da vida, v. 2; sem maldição, v. 3; a visão beatífica da marca divina nos santos, v. 4; o dia eterno e o domínio dos santos, v. 5.

Os últimos ensinos: fiéis e verdadeiros, v. 6; ressaltam o iminente regresso do Senhor, v. 7; deve-se adorar somente a Deus, vv. 8-9; o caráter leva à permanência final, v. 11; a última promessa, v. 14; o último convite, v. 17; a última advertência, vv. 18-19.

Bênção e oração, v. 21.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – Judas – Introdução

 

EPÍSTOLA DE JUDAS
 

AUTOR: Provavelmente Judas, irmão de Tiago. Se isto é verdade, ele pode ter sido um irmão de nosso Senhor; compare Mc 6:3; Gl 1:19.

Os irmãos do Senhor não criam nele a princípio, Jo 7:5, mas depois da ressurreição se converteram em seus seguidores, At 1:14.

É possível que Judas, devido ao fato de não ter crido ao princípio, sentiu-se indigno de assinar a carta como irmão de Jesus. Assim, ao escrever a carta refere-se a si mesmo como um simples “servo”, vv. 1.

PROPÓSITO PRINCIPAL: A carta foi evidentemente escrita antes de tudo para advertir a igreja contra os mestres imorais e as heresias alarmantes que estavam pondo em perigo a fé que os crentes possuíam.

TEXTO CHAVE: vv. 3-4.

SINOPSE:

(1) Saudação, vv. 1-2.
(2) O motivo da carta é exortar acerca da defesa da fé, devido à invasão de mestres imorais e heréticos, vv. 3-4.
(3) Advertências acerca de como Deus tratou os pecadores no passado.
(a) O castigo de Israel por causa da sua incredulidade,v.5.
(b) O destino dos anjos caídos e dos depravados habitantes de Sodoma, vv. 6-7.
(4) Descrição das características dos mestres ímpios, e o juízo que sobre eles se pronuncia, vv. 8-13.
(5) Referências a profecias:
(a) De Enoque, que predisse a condenação dos ímpios, vv. 14-16.
(b) Dos apóstolos, acerca dos escarnecedores dos últimos dias, vv. 17-19.
(6) Resumo dos deveres cristãos.
(a) Crescimento espiritual e oração, v. 20.
(b) Amor para com Deus e confiança em Cristo para a salvação eterna, v. 21.
(c) Bênção, vv. 24-25.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – III João – Introdução

 

III EPÍSTOLA DE JOÃO
 

AUTOR: O apóstolo João.

DESTINATÁRIO: Gaio, v. 1.

PENSAMENTO CHAVE: A hostilidade cristã.

TEXTO CHAVE: v. 8.

SINOPSE: O tema centraliza-se ao redor de três personagens: Gaio, Diótrefes e Demétrio, e de alguns evangelistas itinerantes.

I. Gaio, para quem João escreve a carta.
(1) Sua identidade. Não se pode determinar com exatidão. Há muitas pessoas com este nome mencionadas no Novo Testamento. O que Paulo menciona em Rm 16:23 pode ser o mesmo ao que se refere João, mas isto não passa de suposição.
(2) Suas características:
(a) Digno do carinho de João, vv. 1-2.
(b) Um cristão praticante, que anda na verdade, vv. 3-4.
(c) Hospitaleiro, vv. 5-6.

II. Diótrefes, que era aparentemente um líder da igreja:
(a) Egocêntrico e fanático, v. 9.
(b) Pretendia ser o chefe supremo da vinha. O apóstolo promete repreendê-lo pessoalmente, v. 10.

III. Demétrio: Em contraste com Diótrefes, era um cristão modelo, de excelente reputação, v. 12.

IV. Os evangelistas cristãos:
(a) Eram obreiros cristãos itinerantes, que ofereciam um serviço gratuito por amor a Cristo, v. 7.
(b) Dignos de um bem-vindo e de uma efusiva hospitalidade, mas hostilizados duramente pelo soberbo Diótrefes, vv. 8-11.

V. Saudação final, vv. 13-14.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – II João – Introdução

 

II EPÍSTOLA DE JOÃO
 

AUTOR: O apóstolo João.

DESTINATÁRIOS: A “senhora escolhida e seus filhos”. Alguns crêem que o apóstolo se refere a uma senhora cristã e sua família, que viviam em Éfeso; outros, que é a personificação de uma igreja e seus membros.

Se a primeira suposição é correta, esta seria o único livro do Novo Testamento dirigido a uma mulher.

PALAVRAS ENFÁTICAS: Amor, que ocorre quatro vezes, e verdade, cinco vezes.

PROPÓSITO: A epístola foi escrita aparentemente para advertir a amigos contra a heresia e a associação com falsos mestres, vv. 7-11.

SINOPSE:

Tema principal: Um discurso sobre a verdade e o erro.

I. A verdade divina e sua relação com os crentes.
(a) Os une em comunhão, v. 1.
(b) Permanece eternamente neles, v. 2.
(c) Junto ao amor, caracteriza o espírito de suas saudações, v. 3.
(d) Obedecê-la, por amor, é a forma de conduzir-se, vv. 4-6.

II. O erro mundano.
(a) Tem muitos defensores enganadores, v. 7.
(b) Nega a encarnação de Cristo, v. 7.
(c) Devemos nos guardar dele, v. 8.
(d) Nos afasta dos ensinos de Cristo, v. 9.
(e) O perigo da comunhão com seus seguidores, vv. 10-11.

III. Palavras finais, vv. 12-13.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – I João – Introdução

 

I EPÍSTOLA DE JOÃO
 

AUTOR: O apóstolo João.

LUGAR E DATA: Indeterminados. Provavelmente escrita em Éfeso, no final do primeiro século.

DESTINATÁRIOS: Aparentemente a igreja em geral, já que não tem saudações, despedidas, e outras alusões pessoais; pertence, portanto, às epístolas gerais.

Chama os crentes carinhosamente, como: “Meus filhinhos”, 2:1,18,28; 3:7,18; 4:4; 5:21; e “amados”, 3:2,21; 4:1,7,11.

PROPÓSITO: O autor menciona quatro razões para escrever esta carta aos crentes: para aumentar seu gozo, 1:4; para guardá-los do pecado, 2:1; para adverti-los acerca de falsos mestres, 2:26; para fortalecer a sua fé em Cristo e para dar-lhe a garantia da vida eterna, 5:13.

PALAVRAS CHAVE: Comunhão, saber e amor.

TEMA CENTRAL: Deus é vida, luz e amor perfeitos. Seu caráter constrange os crentes a viverem em santidade e amor fraternal.

PARTICULARIDADES: Esta pode ser chamada ” A carta das certezas “. Começa com uma declaração positiva do conhecimento pessoal de Cristo, 1:1-3.

Dá grande ênfase ao conhecimento espiritual que os crentes podem obter. A palavra “saber”, ou seu equivalente aparece mais de trinta vezes.

Sete casos importantes onde aparecem as palavras “sabeis” ( ou “sabemos”). Os crentes sabem:
(1) Que a vida reta indica regeneração, 2:29; 5:18.
(2) Que seremos semelhantes a Cristo quando ele vier, 3:2.
(3) Que Cristo veio tirar os nossos pecados, 3:5.
(4) Que o amor fraternal indica que temos passado da morte para a vida, 3:14.
(5) Que ele vive em nós pelo Espírito, 3:24.
(6) Que temos vida eterna, 5:13.
(7) Que nossas orações são respondidas, 5:15.

SINOPSE:

I. Deus é vida e luz.

Cap. 1.
(1) Manifestadas em Cristo, vv. 1-2.
(2) Propósito da carta, vv. 3-4.
(3) Condições para a comunhão divina.
(a) Caminhar na luz, vv. 5-7.
(b) Confessar os pecados, vv. 8-10.

Cap. 2.
(c) Aceitar a Cristo como advogado e sacrifício de propiciação, vv. 1-2.
(4) A obediência é a prova da comunhão.
(a) Seguindo o exemplo de Cristo, vv. 3-6.
(b) A obediência ao novo mandamento do amor é permanecer na luz, vv. 7-11.
(5) Uma mensagem a diferentes classes de crentes acerca do conhecimento espiritual e de como vencer o maligno,vv.12-14.
(6) Uma advertência acerca de amar o mundo, vv. 15-17.
(7) O surgimento de anticristos, com sua apostasia e sua negação de Cristo, é um sinal dos últimos tempos, vv. 18-23.
(8) Exortação a permanecer na verdade, com a garantia de que a unção divina proporcionará toda a instrução necessária, vv. 24-27.
(9) A permanência nele dá confiança. A justiça é uma característica do novo nascimento, vv. 28-29.

II. Deus é perfeito amor.

Cap. 3.
(1) Seu amor se manifesta na exaltação de crentes a filhos, vv. 1-2.
(2) A prova da filiação é o viver retamente, vv. 3-10.
(3) O amor fraternal é a característica distintiva da vida espiritual, vv. 11-15.
(4) O amor se manifesta no sacrifício e não apenas por meio de palavras, vv. 16-18.
(5) O resultado do amor é garantia de resposta às orações, vv. 19-22.
(6) A fé e o amor fraternal são essenciais à comunhão com Deus, vv. 23-24.

Cap. 4.
(7) Parêntese. O espírito de verdade e o espírito de erro no mundo, e os métodos de prová-los.
(a) A atitude perante a encarnação de Cristo determina a origem e o caráter destes espíritos, vv. 1-3.
(b) As características mundanas dos anticristos, vv. 4-6.
(8) O amor divino.
(a) No coração humano, indica regeneração, v. 7.
(b) Manifesto na encarnação e na obra redentora de Cristo, vv. 8-10.
(c) Quando mora nos crentes produz amor fraternal e inspira a testificar acerca de Cristo como Salvador da humanidade, vv. 11-16.
(d) Quando é aperfeiçoada, dá garantia e lança fora o temor, vv. 17-18.
(e) Aumenta a intensidade do amor a Deus e do amor fraternal, vv. 19-21.

III. A fé e o amor são os princípios vencedores no conflito com o mundo e com todos os poderes do mal.

Cap. 5.
(1) A vida de obediência por amor, vv. 1-3.
(2) A vitória da fé, vv. 4-5.
(3) Os testemunhos divinos na terra e no céu, vv. 6-9.
(4) O testemunho do Espírito, v. 10.
(5) O dom da vida eterna por meio do Filho de Deus, vv. 11-13.
(6) A certeza da resposta à oração, vv. 14-15.
(7) O trato com um irmão pecador, v. 16.
(8) O conhecimento quádruplo do crente, vv. 18-20.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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