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EasySlides – Hinário Novo Cântico (Atualizado)

Hinário Novo Cântico para o software EasySlides. (Atualizado em 13/08/2011).

Nome dos hinos no formato HNC999 – NomeDoHino.

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EasySlides – Bíblia: TB – Tradução Brasileira

Bíblia “TB – Tradução Brasileira / Sociedade Bíblica do Brasil” para o software EasySlides.

Fonte do texto: http://www.bibliaonline.com.br.

Idioma: Português.

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Bíblia – Apocalipse – Introdução

 

LIVRO DE APOCALIPSE
 

AUTOR: O apóstolo João.

LUGAR: Possivelmente na ilha de Patmos, na costa ocidental da Ásia Menor, aonde João foi desterrado ” por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus “.

DATA: Indeterminada. De acordo com a opinião tradicional, perto do ano 96 a.C.

AUTORIDADE: Diz-se ser a revelação de Jesus, 1:1.

MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO: Estes têm sido extremamente variados e com freqüência imaginativos. Milhares de volumes têm sido escritos sobre este livro. Existem quatro escolas principais que tratam deste tema.

(1) A pretérita. Crê que as profecias de Apocalipse já se cumpriram.
(2) A futurista. Sustenta que o livro contém um prognóstico da história universal.
(3) A histórica. Vê os eventos do livro como descrições simbólicas da história da igreja, desde a época do Novo Testamento até o final dos tempos.
(4) A eclética, ou idealista. Firma-se nos princípios espirituais do livro e não dogmatiza sobre detalhes das visões mais misteriosas.

Esta escola crê que há três classes de passagens no Apocalipse: as que são mui claras em seu ensino espiritual; as que são misteriosas, mas que contêm elementos da verdade e são instrutivas; as que são tão ocultas que é inútil, com nosso conhecimento atual, dar-lhes interpretações finais.

É provável que algumas profecias contenham dois elementos, o próximo e o distante. O primeiro se refere especialmente a eventos durante a época de João ou pouco depois; o último trata de acontecimentos dos tempos vindouros.

PARTICULARIDADES:

(1) O Apocalipse é o único livro da Bíblia que contém uma promessa especial aos leitores obedientes (1:3), e ao mesmo tempo pronuncia uma maldição sobre os que alterem seu conteúdo, 22:18-19.
(2) Sete é o número dominante do livro. Sete candeeiros, igrejas, selos, anjos, trombetas, tronos, taças, espíritos, estrelas, etc.; e sete “não mais”.
(3) Os últimos capítulos de Apocalipse contêm um contraste assombroso com os primeiros capítulos de Gênesis. Gênesis fala da criação do sol, da entrada do pecado no mundo, da proclamação da maldição, do triunfo de Satanás, e da exclusão da “árvore da vida”. Apocalipse fala de um lugar onde não haverá pecado nem maldição, onde Satanás será vencido, e onde haverá acesso à ” árvore da vida “.

PLANO DE ESTUDO:

Ainda que este livro tenha sido com freqüência passado por alto, devido a seu caráter misterioso, há muitos pontos de vista a partir dos quais pode-se estudá-lo proveitosamente, sem a necessidade de dar-lhe interpretação dogmática ou arbitrária. Se o livro está escrito em chave, não pretendemos haver encontrado um manual que lhe revele os mistérios.

Simplesmente sugerimos o tema seguinte como algo proveitoso.

TEMA SUGERIDO: O conflito moral e espiritual das épocas.

FIGURA CENTRAL: O Cordeiro, finalmente vitorioso sobre todos os poderes do mal. O Cordeiro é mencionado cerca de trinta vezes.

ACONTECIMENTOS DA ÉPOCA: Há muitos destes acontecimentos no livro; sugerimos dois, que devemos considerar no estudo das visões.

(1) O nascimento do filho varão, visto por muitos como a encarnação de Jesus Cristo, cap. 12.
(2) O toque da sétima trombeta (11:15), que anuncia sua vitória em todo o mundo.

SINOPSE:

O livro pode ser dividido numa série de visões, algumas das quais são parcial ou totalmente veladas: outras são comparativamente claras em seus ensinos. Não é possível dizer sempre onde termina uma visão e começa outra, mas, por conveniência, elas podem ser estudadas sob vários números, de acordo com o ponto de vista de cada uma.

Cap. 1.
(1) Introdução e promessa aos leitores obedientes, vv. 1-3.
(2) Saudação de João e do Cristo glorificado, vv. 4-8.

VISÃO I.

(1) Do Cristo glorificado, 9-16.
(2) A ordem de escrever às sete igrejas, v. 19.
(3) A mensagem às igrejas, caps. 2-3.

Cap. 2.
(a) A Éfeso, a igreja reincidente, persistente no serviço, estrita na disciplina, mas esfriando-se em seu amor, vv. 1-7.
(b) A Esmirna, a igreja pobre, mas verdadeiramente rica, que enfrenta um período de perseguição, vv. 8-11.
(c) A Pérgamo, a igreja num ambiente perverso, firme mas infectada com heresia, vv. 12-17.
(d) A Tiatira, a igreja de boas obras, mas que tolerava uma falsa profetisa, vv. 18-29.

Cap. 3.
(e) A Sardes, a igreja moribunda, vv. 1-6.
(f) A Filadélfia, a igreja fraca, mas fiel, vv. 7-13.
(g) A Laodicéia, a igreja morna, satisfeita consigo mesma, que se orgulha da sua riqueza, mas que é miserável, pobre, cega e nua, vv. 14-22.
Pensamento saliente: promessas aos vencedores.

VISÃO II. Parcialmente velada.

Cap. 4.
(1) A visão de Deus no céu sobre seu trono, o Criador do Universo recebendo a adoração dos seres viventes e dos vinte e quatro anciãos, vv. 1-11.

Cap. 5.
(2) O Cordeiro abre o livro dos sete selos, o cântico novo, e a adoração universal do Cordeiro. Interpretação sugerida: somente Cristo pode descobrir os mistérios divinos mas profundos.

Cap. 6.
(3) A abertura dos seis selos, (velada), vv. 1-17. Tem havido muitas interpretações diferentes; não vale a pena juntar outra. Uma lição clara, vv. 9-11, é que os crentes são provados pela demora divina.

VISÃO III. Parcialmente velada.

Cap. 7. vv. 1-8, Pensamento sugerido: Deus protege seu povo escolhido.

VISÃO IV.

Cap. 7. Certezas reconfortantes.
(a) A multidão incontável dos redimidos, vv. 9-10.
(b) Os meios mediante os quais eles aparecem na presença de Deus, vv. 13-15.
(c) Suas atividades e seu gozo eterno, vv. 15-17.

VISÃO V. Parcialmente velada.

Cap. 8. Evento transcendental, a abertura do sétimo selo, causa silêncio no céu. v. 1.
Possível explicação. Toda a música e as vozes dos anjos silenciaram porque durante o período do sétimo selo Cristo devia sair para a sua missão na terra.
Isto não é mera imaginação. O fim do tempo evidentemente se aproximava, 10:6. Se esta interpretação é correta, em 8:1 nos encontramos na fonte exata do plano divino de salvação, e veremos que os eventos focalizam até o filho varão do capítulo.
Em 8:3-4, a idéia parece ser que as orações dos santos subiram a Deus pedindo a vinda do reino messiânico.

Cap. 9. Logo continua uma porção velada da visão, o toque das seis trombetas, caps. 8 e 9, que segundo parece, anuncia os juízos vindouros.

Caps. 10 e 11.

VISÃO VI. Parcialmente velada. A única coisa clara é que os eventos parecem apontar a grande consumação pelo fato do anjo poderoso anunciar que não haveria mais demora. (10:5-7), mas que as boas novas referidas pelos profetas estão prestes a ser cumpridas.

Entre tantas opiniões diferentes, é temerário sugerir uma interpretação do livrinho do capítulo 10 e das duas testemunhas do capítulo 11. Já que estes precedem imediatamente a visão do nascimento do filho varão do capítulo 12, eles podem referir-se ao período profético anterior à vinda de Cristo.

Talvez os capítulos 12-20 contenham visões parcialmente veladas relacionadas com o grande conflito messiânico.

VISÃO VII.

Caps. 12 e 13. O grande evento da época, O nascimento do filho varão, Cristo, e a manifestação simultânea dos poderes satânicos organizados para destruí-lo.

A justificação deste ponto de vista é que durante a vida de Cristo na terra os poderes das trevas estavam em intensa atividade. Note a intenção de Herodes de destruir o menino Jesus, os numerosos casos de possessão satânica e a oposição maligna que resultou na crucificação de Cristo.

Não há aqui nenhuma interpretação detalhada dos mistérios, mas se chama a atenção para as armas espirituais com as quais seria ganha a vitória, vv. 12.11.

VISÃO VIII. Parcialmente velada.

Cap. 14, vv. 1-13. Sem nenhuma interpretação forçada, é possível olhar este capítulo como um resumo profético do conflito vindouro entre o Cordeiro e seus inimigos.

Se este ponto de vista é aceito, nos primeiros cinco versículos os cento e quarenta e quatro mil representariam os crentes sobresselentes da primeira dispensação; os versículos 6-7 se refeririam ao começo de uma atividade missionária em todo o mundo; os versículos 8-11 seriam anúncios preliminares da vitória final, e os versículos 12-13 se refeririam à bem-aventurança dos crentes mortos.

VISÃO IX. Parcialmente velada.

Cap. 14. A sega e a vindima, vv. 16-20.

VISÃO X. Parcialmente velada.

Cap. 15.
(1) Os primeiros vencedores e seu cântico, vv. 1-4.
(2) Os sete anjos e as taças de ouro, vv. 5-8.

Cap. 16. O derramamento das sete taças da ira, vv. 1-21.

VISÃO XI. Velada.

Caps. 17,18. A queda de Babilônia, a cidade prostituta, e dos inimigos do Cordeiro que a venceram.

VISÃO XII.

Cap. 19.
(1) O coro de aleluia no céu, celebrando a vitória espiritual, vv. 1-6.
(2) As bodas do Cordeiro, vv. 7-9.

VISÃO XIII.

(1) Cristo, o conquistador espiritual, sobre um cavalo branco, fere as nações com a espada do Espírito, 19:11-16.
(2) Parcialmente velada. Cristo vence a besta, o falso profeta e a seus aliados.

VISÃO XIV. Parcialmente velada.

Cap. 20.
(1) O aprisionamento de Satanás, vv. 1-3.
(2) A primeira ressurreição, vv. 4-6.
(3) Satanás é desamarrado; sua atividade maligna, vv. 7-9.
(4) A queda de Satanás, a besta e o falso profeta, v. 10.
(5) O juízo final, vv. 11-15.

VISÃO XV.

Caps. 21-22. Os novos céus e a nova terra. A cidade Santa, um tipo da Igreja, a esposa do Cordeiro.

Cap. 21. Suas características: Origem celestial,21:2; radiante, v. 11; separada e protegida, v. 12; acessível, v. 13; alicerces firmes, v. 14; inabalável, v. 16; formosamente adornada, vv. 18-21; com um templo espiritual, v. 22; iluminada por Deus, vv. 23-25;glorificada, v. 26; livre de manchas, v. 27.

Cap. 22. O paraíso restaurado. Suas características distintivas: o rio da vida, v. 1; a árvore da vida, v. 2; sem maldição, v. 3; a visão beatífica da marca divina nos santos, v. 4; o dia eterno e o domínio dos santos, v. 5.

Os últimos ensinos: fiéis e verdadeiros, v. 6; ressaltam o iminente regresso do Senhor, v. 7; deve-se adorar somente a Deus, vv. 8-9; o caráter leva à permanência final, v. 11; a última promessa, v. 14; o último convite, v. 17; a última advertência, vv. 18-19.

Bênção e oração, v. 21.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – Judas – Introdução

 

EPÍSTOLA DE JUDAS
 

AUTOR: Provavelmente Judas, irmão de Tiago. Se isto é verdade, ele pode ter sido um irmão de nosso Senhor; compare Mc 6:3; Gl 1:19.

Os irmãos do Senhor não criam nele a princípio, Jo 7:5, mas depois da ressurreição se converteram em seus seguidores, At 1:14.

É possível que Judas, devido ao fato de não ter crido ao princípio, sentiu-se indigno de assinar a carta como irmão de Jesus. Assim, ao escrever a carta refere-se a si mesmo como um simples “servo”, vv. 1.

PROPÓSITO PRINCIPAL: A carta foi evidentemente escrita antes de tudo para advertir a igreja contra os mestres imorais e as heresias alarmantes que estavam pondo em perigo a fé que os crentes possuíam.

TEXTO CHAVE: vv. 3-4.

SINOPSE:

(1) Saudação, vv. 1-2.
(2) O motivo da carta é exortar acerca da defesa da fé, devido à invasão de mestres imorais e heréticos, vv. 3-4.
(3) Advertências acerca de como Deus tratou os pecadores no passado.
(a) O castigo de Israel por causa da sua incredulidade,v.5.
(b) O destino dos anjos caídos e dos depravados habitantes de Sodoma, vv. 6-7.
(4) Descrição das características dos mestres ímpios, e o juízo que sobre eles se pronuncia, vv. 8-13.
(5) Referências a profecias:
(a) De Enoque, que predisse a condenação dos ímpios, vv. 14-16.
(b) Dos apóstolos, acerca dos escarnecedores dos últimos dias, vv. 17-19.
(6) Resumo dos deveres cristãos.
(a) Crescimento espiritual e oração, v. 20.
(b) Amor para com Deus e confiança em Cristo para a salvação eterna, v. 21.
(c) Bênção, vv. 24-25.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – III João – Introdução

 

III EPÍSTOLA DE JOÃO
 

AUTOR: O apóstolo João.

DESTINATÁRIO: Gaio, v. 1.

PENSAMENTO CHAVE: A hostilidade cristã.

TEXTO CHAVE: v. 8.

SINOPSE: O tema centraliza-se ao redor de três personagens: Gaio, Diótrefes e Demétrio, e de alguns evangelistas itinerantes.

I. Gaio, para quem João escreve a carta.
(1) Sua identidade. Não se pode determinar com exatidão. Há muitas pessoas com este nome mencionadas no Novo Testamento. O que Paulo menciona em Rm 16:23 pode ser o mesmo ao que se refere João, mas isto não passa de suposição.
(2) Suas características:
(a) Digno do carinho de João, vv. 1-2.
(b) Um cristão praticante, que anda na verdade, vv. 3-4.
(c) Hospitaleiro, vv. 5-6.

II. Diótrefes, que era aparentemente um líder da igreja:
(a) Egocêntrico e fanático, v. 9.
(b) Pretendia ser o chefe supremo da vinha. O apóstolo promete repreendê-lo pessoalmente, v. 10.

III. Demétrio: Em contraste com Diótrefes, era um cristão modelo, de excelente reputação, v. 12.

IV. Os evangelistas cristãos:
(a) Eram obreiros cristãos itinerantes, que ofereciam um serviço gratuito por amor a Cristo, v. 7.
(b) Dignos de um bem-vindo e de uma efusiva hospitalidade, mas hostilizados duramente pelo soberbo Diótrefes, vv. 8-11.

V. Saudação final, vv. 13-14.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – II João – Introdução

 

II EPÍSTOLA DE JOÃO
 

AUTOR: O apóstolo João.

DESTINATÁRIOS: A “senhora escolhida e seus filhos”. Alguns crêem que o apóstolo se refere a uma senhora cristã e sua família, que viviam em Éfeso; outros, que é a personificação de uma igreja e seus membros.

Se a primeira suposição é correta, esta seria o único livro do Novo Testamento dirigido a uma mulher.

PALAVRAS ENFÁTICAS: Amor, que ocorre quatro vezes, e verdade, cinco vezes.

PROPÓSITO: A epístola foi escrita aparentemente para advertir a amigos contra a heresia e a associação com falsos mestres, vv. 7-11.

SINOPSE:

Tema principal: Um discurso sobre a verdade e o erro.

I. A verdade divina e sua relação com os crentes.
(a) Os une em comunhão, v. 1.
(b) Permanece eternamente neles, v. 2.
(c) Junto ao amor, caracteriza o espírito de suas saudações, v. 3.
(d) Obedecê-la, por amor, é a forma de conduzir-se, vv. 4-6.

II. O erro mundano.
(a) Tem muitos defensores enganadores, v. 7.
(b) Nega a encarnação de Cristo, v. 7.
(c) Devemos nos guardar dele, v. 8.
(d) Nos afasta dos ensinos de Cristo, v. 9.
(e) O perigo da comunhão com seus seguidores, vv. 10-11.

III. Palavras finais, vv. 12-13.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – I João – Introdução

 

I EPÍSTOLA DE JOÃO
 

AUTOR: O apóstolo João.

LUGAR E DATA: Indeterminados. Provavelmente escrita em Éfeso, no final do primeiro século.

DESTINATÁRIOS: Aparentemente a igreja em geral, já que não tem saudações, despedidas, e outras alusões pessoais; pertence, portanto, às epístolas gerais.

Chama os crentes carinhosamente, como: “Meus filhinhos”, 2:1,18,28; 3:7,18; 4:4; 5:21; e “amados”, 3:2,21; 4:1,7,11.

PROPÓSITO: O autor menciona quatro razões para escrever esta carta aos crentes: para aumentar seu gozo, 1:4; para guardá-los do pecado, 2:1; para adverti-los acerca de falsos mestres, 2:26; para fortalecer a sua fé em Cristo e para dar-lhe a garantia da vida eterna, 5:13.

PALAVRAS CHAVE: Comunhão, saber e amor.

TEMA CENTRAL: Deus é vida, luz e amor perfeitos. Seu caráter constrange os crentes a viverem em santidade e amor fraternal.

PARTICULARIDADES: Esta pode ser chamada ” A carta das certezas “. Começa com uma declaração positiva do conhecimento pessoal de Cristo, 1:1-3.

Dá grande ênfase ao conhecimento espiritual que os crentes podem obter. A palavra “saber”, ou seu equivalente aparece mais de trinta vezes.

Sete casos importantes onde aparecem as palavras “sabeis” ( ou “sabemos”). Os crentes sabem:
(1) Que a vida reta indica regeneração, 2:29; 5:18.
(2) Que seremos semelhantes a Cristo quando ele vier, 3:2.
(3) Que Cristo veio tirar os nossos pecados, 3:5.
(4) Que o amor fraternal indica que temos passado da morte para a vida, 3:14.
(5) Que ele vive em nós pelo Espírito, 3:24.
(6) Que temos vida eterna, 5:13.
(7) Que nossas orações são respondidas, 5:15.

SINOPSE:

I. Deus é vida e luz.

Cap. 1.
(1) Manifestadas em Cristo, vv. 1-2.
(2) Propósito da carta, vv. 3-4.
(3) Condições para a comunhão divina.
(a) Caminhar na luz, vv. 5-7.
(b) Confessar os pecados, vv. 8-10.

Cap. 2.
(c) Aceitar a Cristo como advogado e sacrifício de propiciação, vv. 1-2.
(4) A obediência é a prova da comunhão.
(a) Seguindo o exemplo de Cristo, vv. 3-6.
(b) A obediência ao novo mandamento do amor é permanecer na luz, vv. 7-11.
(5) Uma mensagem a diferentes classes de crentes acerca do conhecimento espiritual e de como vencer o maligno,vv.12-14.
(6) Uma advertência acerca de amar o mundo, vv. 15-17.
(7) O surgimento de anticristos, com sua apostasia e sua negação de Cristo, é um sinal dos últimos tempos, vv. 18-23.
(8) Exortação a permanecer na verdade, com a garantia de que a unção divina proporcionará toda a instrução necessária, vv. 24-27.
(9) A permanência nele dá confiança. A justiça é uma característica do novo nascimento, vv. 28-29.

II. Deus é perfeito amor.

Cap. 3.
(1) Seu amor se manifesta na exaltação de crentes a filhos, vv. 1-2.
(2) A prova da filiação é o viver retamente, vv. 3-10.
(3) O amor fraternal é a característica distintiva da vida espiritual, vv. 11-15.
(4) O amor se manifesta no sacrifício e não apenas por meio de palavras, vv. 16-18.
(5) O resultado do amor é garantia de resposta às orações, vv. 19-22.
(6) A fé e o amor fraternal são essenciais à comunhão com Deus, vv. 23-24.

Cap. 4.
(7) Parêntese. O espírito de verdade e o espírito de erro no mundo, e os métodos de prová-los.
(a) A atitude perante a encarnação de Cristo determina a origem e o caráter destes espíritos, vv. 1-3.
(b) As características mundanas dos anticristos, vv. 4-6.
(8) O amor divino.
(a) No coração humano, indica regeneração, v. 7.
(b) Manifesto na encarnação e na obra redentora de Cristo, vv. 8-10.
(c) Quando mora nos crentes produz amor fraternal e inspira a testificar acerca de Cristo como Salvador da humanidade, vv. 11-16.
(d) Quando é aperfeiçoada, dá garantia e lança fora o temor, vv. 17-18.
(e) Aumenta a intensidade do amor a Deus e do amor fraternal, vv. 19-21.

III. A fé e o amor são os princípios vencedores no conflito com o mundo e com todos os poderes do mal.

Cap. 5.
(1) A vida de obediência por amor, vv. 1-3.
(2) A vitória da fé, vv. 4-5.
(3) Os testemunhos divinos na terra e no céu, vv. 6-9.
(4) O testemunho do Espírito, v. 10.
(5) O dom da vida eterna por meio do Filho de Deus, vv. 11-13.
(6) A certeza da resposta à oração, vv. 14-15.
(7) O trato com um irmão pecador, v. 16.
(8) O conhecimento quádruplo do crente, vv. 18-20.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – II Pedro – Introdução

 

II EPÍSTOLA DE PEDRO
 

AUTOR: O apóstolo Pedro, 1:1.

DATA: Escrita provavelmente entre os anos 60-70 d.C.

TEMA CENTRAL: Uma advertência acerca dos falsos mestres e dos escarnecedores. Para combater a influência das falsas doutrinas, dá-se grande ênfase à Palavra de Deus e a certeza do cumprimento das promessas divinas.

TEXTO CHAVE: 3:1.

PARALELO: entre 2 Timóteo e 2 Pedro.

Nestas cartas, cada um dos escritores faz referência à proximidade da morte. 2Tm 4:6; 2Pe 1:14.
Ambos os escritores predizem tempos perigosos para a igreja.
(a) O predomínio dos ensinos falsos, 2Tm 3:13; 4:3; 2Pe 2:1.
(b) A corrupção geral da sociedade, 2Tm 3:1-7; 2Pe 2:10-22.
(c) A apostasia vindoura, 2Tm 4:3-4; 2Pe 2:2, 20-22.

SINOPSE:

Saudação, 1:1-2.

I. A vida espiritual.

Cap. 1.
(1) O chamado a ela, v. 3.
(2) Garantida por meio de promessas preciosas, v. 4.
(3) Sete passos essenciais em seu desenvolvimento e frutificação, vv. 5-8.
(4) Seu destino final, vv. 10-11.
(5) Uma lembrança de despedida, vv. 12-15.
(6) Uma experiência gloriosa, vv. 16-18.
(7) A origem divina das Escrituras e seu poder iluminador, vv. 19-21.

II. Os falsos mestres, seu caráter e suas doutrinas corruptas.

Cap. 2.
(1) Suas heresias e sua negação de Cristo, v. 1.
(2) Sua popularidade, influência perversa, avareza e hipocrisia, vv. 2-3.
(3) Os juízos implacáveis de Deus sobre os anjos que pecaram, sobre os antediluvianos, e sobre Sodoma e Gomorra são advertências aos ímpios, vv. 4-6.
(4) Os justos serão libertos, mas os injustos serão reservados para o juízo futuro, vv. 7-9.
(5) Descrição adicional dos mestres apóstatas, sua características, obra e destino.
(a) Sua sensualidade, presunção, arrogância e seus excessos, vv. 10-13.
(b) Sua perniciosa influência e apostasia, devidos à ganância, vv. 14-16.
(c) Sua vacuidade, instabilidade e destino futuro, v. 17.
(d) Suas palavras infladas, acompanhadas de uma vida sensual, prometem liberdade aos homens, mas os conduzem ao cativeiro da depravação, vv. 18-19.
(e) Sua apostasia e sua depravação total, vv. 20-22.

III. Predições acerca dos escarnecedores, da chegada do dia do Senhor, e uma exortação à firmeza.

Cap. 3.
(1) O propósito da carta, vv. 1-2.
(2) O argumento dos escarnecedores, vv. 3-4.
(3) A ignorância dos contestadores.
(a) Acerca das Escrituras do Antigo Testamento, vv. 5-6.
(b) Acerca da preservação do mundo presente para um juízo severo, v. 7.
(4) A explicação da demora divina.
(a) A duração de um dia de Deus, v. 8.
(b) A misericórdia divina aplaca o castigo, v. 9.
(5) A certeza da chegada do dia do Senhor, v. 10.
(6) A atitude e a esperança dos crentes, vv. 11-14.
(7) Recomendação acerca das cartas de Paulo e uma advertência contra a distorção das Escrituras, vv. 15-16.
(8) Exortação à firmeza e ao crescimento espiritual, vv. 17-18.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – I Pedro – Introdução

 

I EPÍSTOLA DE PEDRO
 

AUTOR: Pedro, o apóstolo.

Este não era o Simão Pedro do começo, impulsivo e cheio de fraquezas, a quem Cristo chamou de Simão, Mc 14:37: Lc 22:31; Jo 21:15-17, mas o Pedro que, segundo Cristo profetizou, se converteria numa rocha, Jo 1:42 – o mesmo homem que havia sido disciplinado durante anos de sofrimentos e provas, e havia sido fortalecido com o batismo no Espírito Santo. A carta, evidentemente, pertence aos últimos períodos de sua vida.

DATA E LUGAR: Indeterminados. A Babilônia à qual se refere no versículo 5:13, pode não ser a cidade às margens do rio Eufrates. Muitos crêem que era Roma, chamada figuradamente Babilônia.

DESTINATÁRIOS: Os eleitos espalhados através da Ásia Menor. Provavelmente a todo o corpo de cristãos dessa região, tanto judeus como gentios. Pedro envia esta mensagem espiritual de ânimo, instrução e admoestação, especialmente às igrejas fundadas por Paulo.

PROPÓSITO: Ao escrever esta carta, Pedro obedeceu duas ordens específicas dadas por Jesus.
(1) Animar e fortalecer aos irmãos, Lc 22: 32.
(2) Alimentar o rebanho de Deus, Jo 21:15-17.

PALAVRA CHAVE: Sofrimento. Ocorre quinze vezes ou mais na carta.

TEXTO CHAVE: 4:1.

TEMA CENTRAL: A vitória sobre o sofrimento como foi exemplificada na vida de Cristo.

SINOPSE:

Saudação, vv. 1-2.

I. A salvação gloriosa.

Cap. 1.
(1) A esperança viva, centralizada na ressurreição de Cristo, v. 3.
(2) Herança incorruptível e imarcescível, v. 4.
(3) Poder divino mediante o qual os crentes são guardados em vitória no meio do sofrimento.
(a) Por meio da fé, v. 5.
(b) Pelo regozijo nas provas, v. 6.
(c) Permanecendo como ouro refinado no fogo, na vinda de Cristo, v. 7.
(d) Em amor e gozo indescritíveis, v. 8.
(4) Plano misterioso.
(a) Acerca do qual os profetas inquiriram, predizendo os sofrimentos de Cristo e a glória que seria revelada nos últimos tempos; um anelo dos anjos, vv. 10-12.
(b) Chama os crentes ao domínio de si mesmos, à obediência à espiritualidade, à santidade e à reverência piedosa, vv. 13-17.
(c) Seu custo infinito, vv. 18-19.
(d) Escolhido antes da criação do mundo, vv. 20-21.

II. A vida do crente à luz da grande salvação.

Cap. 1. (Cont.)
(1) Deve ser purificada e regenerada por meio da verdade eterna, mostrando amor fraternal, vv. 22-25.

Cap. 2.
(2) Deve estar livre de todas as más inclinações e anelar o leite da Palavra para poder crescer, vv. 1-3.
(3) Deve chegar a ser uma pedra viva de um templo espiritual, do qual Cristo é a principal pedra angular, vv. 5-6.
(4) Deve reconhecer Cristo como precioso, como Aquele que foi rejeitado e é pedra de tropeço para os que não crêem,vv.7- 8.

III. Posição e deveres dos crentes.

Cap. 2. (Cont.)
(1) Honorável e santa como o povo de Deus. Devem oferecer louvor ao seu Libertador divino, vv. 9-10.
(2) Como estrangeiros e peregrinos, abster-se de desejos pecaminosos, v. 11.
(3) Deveres civis e sociais: Uma conduta irrepreensível perante o mundo, obediência às autoridades civis, silenciando assim a crítica hostil, vv. 12-15.
(4) Ser bons cidadãos, vv. 16-17.
(5) Deveres em um lar cristão.
(a) Dos servos: Devem ser obedientes e pacientes, ainda que em meio ao sofrimento injusto, agradando assim a Deus, vv. 18-20.
(b) Devem considerar a Cristo como modelo do que sofre e como Aquele que levou o peso do pecado, vv. 21-25.

Cap. 3.
(c) Das esposas: Devem ser puras e adornar-se de virtudes espirituais, vv. 1-6.
(d) Dos esposos: Devem ser considerados com suas esposas, v. 7.
(e) De todos: Devem ser amorosos, compassivos, amáveis, atentos, e perdoadores, vv. 8-9.
(f) Recordar que uma longa vida e as respostas à oração são prometidas aos que dominam a sua língua, abandonam o mal, fazem o bem e vivem em paz, vv. 10-13.

IV. Instruções e estímulos acerca do sofrimento.

Cap. 3. (Cont.)
(1) O sofrimento por causa da justiça é motivo de gozo, não de temor, e deve estar acompanhado tanto da disponibilidade para testificar da experiência cristã como de uma vida reta, vv. 14-17.
(2) O exemplo do sofrimento vicário de Cristo, de sua obra espiritual e de sua exaltação, vv. 18-22.

Cap. 4.
(3) Os sofrimentos do sacrifício de Cristo devem levar-nos à abnegação, à consagração a Deus, e ao abandono de todos os excessos sensuais do passado, vv. 1-3.
(4) Parêntese: Instruções acerca dos deveres práticos da vida cristã, que glorificam a Deus, vv. 7-11.
(5) Não se deve estranhar as provas duras, mas sim suportá-las com gozo, v. 12.
(6) O sofrimento com Cristo e por Cristo deve ser suportado com gozo, sabendo que conduz à glória espiritual,vv.13-14.
(7) Nunca se deve sofrer como praticantes do mal. Quando, porém, somos chamados a sofrer como cristãos, devemos glorificar a Deus e encomendar nossas almas ao seu cuidado, vv. 15-19.

V. Exortações e advertências finais.

Cap. 5.
(1) Aos anciãos da igreja, acerca do espírito no qual se deve alimentar o rebanho, vv. 1-4.
(2) Tanto jovens quanto anciãos devem ser humildes e confiantes, vv. 5-7.
(3) Advertências acerca do diabo, vv. 8-9.
(4) Bênção e saudações, vv. 10-14.

O CRISTO DE PEDRO:

Fonte de esperança, 1:3.
Cordeiro do sacrifício, 1;19.
Principal pedra angular, 2:6.
Exemplo perfeito, 2:21.
Sofreu pelo ideal, 2:23.
Levou o pecado, 2:24.
Pastor das almas, 2:25.
Senhor exaltado, 3:22.

SETE COISAS PRECIOSAS: nas cartas de Pedro.

As provas severas, 1:7.
O sangue de Cristo, 1:19.
A pedra viva, 2:4.
O próprio Cristo, 2:6.
O espírito manso e tranqüilo, 3:4.
A fé do crente, 2Pe 1:1.
As promessas divinas, 2Pe 1:4.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – Tiago – Introdução

 

CARTA À TIAGO
 

AUTOR: Indeterminado. Há, no Novo Testamento, três personagens preeminentes chamados Tiago. Em geral aceita-se que o Tiago, chamado por Paulo de “o irmão do Senhor”, (Gl 1:19), foi o autor da carta.

DESTINATÁRIOS: Aparentemente os judeus convertidos que viviam fora da Terra Santa, ou também, aos judeus devotos da Dispersão, 1:1.

TEMA PRINCIPAL: A religião prática, manifestada nas boas obras, em contraste com a simples profissão da fé.

TEXTOS CHAVE: 1:27;2:26.

CONFLITO DOUTRINÁRIO APARENTE ENTRE PAULO E TIAGO:

Qualquer suposto conflito doutrinário entre esta carta e a de Romanos é puramente imaginário. Paulo, acossado por mestres do judaísmo nas igrejas, naturalmente deu grande ênfase à justificação pela fé sem as observâncias cerimonias. Todavia, quando ele escreveu a Tito, o tema principal de sua carta foi: a importância das boas obras, mostrando deste modo uma perfeita harmonia com os ensinos de Tiago. É evidente que este último, quando parece depreciar a fé, se refere apenas ao assentimento intelectual da verdade e não à ” fé salvadora a que se refere Paulo”.

SINOPSE: Esta carta não se presta facilmente a uma análise, mas a maior parte do texto pode ser dividido em dois títulos, a religião verdadeira, e a religião falsa.

I. Características da religião verdadeira.

Cap. 1.
(1) Gozo e paciência no meio das provas, vv. 2-4.
(2) Fé constante e firmeza de ânimo, vv. 5-8.
(3) Aceitação das provisões divinas da vida, vv. 9-11.
(4) Suportar a tentação, v. 12.
(5) Reconhecer as fontes da tentação e os resultados de se ceder a ela, vv. 13-15.
(6) Reconhecer a fonte divina de todas as bênçãos, vv. 16-18.
(7) O ouvido espiritual, o cuidado ao falar e a paciência diante da provocação, vv. 19-20.
(8) O abandono de toda maldade, e o recebimento com mansidão da verdade salvadora, v. 21.
(9) A busca da verdade e a sua prática, v. 25.
(10) A generosidade prática e a pureza, v. 27.

Cap. 2.
(11) As boas obras.
(a) Como uma demonstração de fé, v. 18.
(b) Cooperando com a fé e aperfeiçoando-a, vv. 21-25.

Cap. 3.
(12) A sabedoria celestial, vv. 17-18.

II. Características da falsa profissão de fé.

Cap. 1.
(1) Ouvir a Palavra com indiferença e negligência, vv. 22-24.
(2) A religião vã, acompanhada por uma língua indomável, v. 26.

Cap. 2.
(3) O favoritismo, que honra ao rico e despreza ao pobre, vv. 1-9.
(4) A obediência parcial da lei, 10-12.
(5) A inclemência, v. 13.
(6) A simples profissão de fé, desacompanhada de atos de misericórdia e ajuda, vv. 14-16.
(7) A fé inativa, vv. 17-18.
(8) O assentimento intelectual da verdade, sem uma mudança de caráter, vv. 19-20.

Cap. 3.
(9) A língua indomável e sua influência destruidora, vv. 1-8.
(10) Louvores e maldições procedentes de uma mesma boca, vv. 9-12.
(11) A inveja, a ambição egoísta e a sabedoria satânica, vv. 14-16.

Cap. 4.
(12) O combate e as paixões perversas, vv. 1-2.
(13) As orações não respondidas e o mundanismo, vv. 3-4.
(14) O orgulho, a obstinação, a impureza, o duplo ânimo e a impenitência, vv. 5-9.
(15) A calúnia e o juízo injusto, vv. 11-12.
(16) A presunção ao planejar negócios futuros, vv. 13-16.
(17) A negligência do dever conhecido, v. 17.

III. Advertências, exortações e instrução.

Cap. 5.
(1) Advertências contra o rico.
(a) Acerca de sua futura miséria, vv. 1-2.
(b) Acerca de sua riqueza acumulada e da retenção do salário do pobre, vv. 3-4.
(c) Acerca de sua busca do prazer e da perseguição do justo, vv. 5-6.
(2) Exortações acerca da vinda do Senhor.
(a) Devemos ser pacientes e constantes, sem nos queixarmos uns contra os outros, vv. 7-10.
(b) Devemos seguir o exemplo dos profetas e de Jó, de sofrer pacientemente, vv. 10-11.
(c) Devemos refrear-nos completamente de jurar, v. 12.
(3) Instruções acerca da oração, da confissão das ofensas, e do ganhar almas.
(a) A oração nos tempos difíceis e em favor dos enfermos, vv. 13-15.
(b) A confissão das ofensas e a oração intercessora, v. 16.
(c) A oração eficaz, ilustrada por Elias, vv. 16-18.
(d) O dever de ganhar almas, vv. 19-20.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – Hebreus – Introdução

 

CARTA AOS HEBREUS
 

AUTOR E DATA: Indeterminados. A carta é anônima. Tem sido atribuída a Paulo, Barnabé, Lucas, Apolo, entre outros.

PROPÓSITO: A carta aparentemente foi escrita antes de tudo aos cristãos hebreus. Estes convertidos estavam em perigo constante de voltar ao judaísmo, ou pelo menos de darem muita importância às observâncias cerimoniais. O principal propósito doutrinário do escritor era o de mostrar a glória transcendente da era cristã em comparação com a do antigo testamento.

PALAVRA CHAVE: Melhor, ou superior. Seguindo estas palavras, o leitor descobrirá a corrente principal do pensamento.

Outras palavras e frases salientes:

Sê santo, referindo-se à obra consumada de Cristo, 1:3; 10:12; 12:2.

Chamado celestial, 3:1; sacerdote, 4:14; dom, 6:4; bens, 10:34; pátria, 11:16; cidade, 12:22.

A confiança dos crentes, uma série de onze exortações:

(1) Temamos, 4:1.
(2) Procuremos, 4:11.
(3) Cheguemo-nos, pois, com confiança ao trono da graça, 4:16.
(4) Prossigamos, 6:1.
(5) Cheguemo-nos, 10:22.
(6) Guardemos firme, 10:23.
(7) Consideremo-nos uns aos outros, 10:24.
(8) Deixemos todo embaraço e corramos com perseverança, 12:1.
(9) Sirvamos a Deus agradavelmente, 12:28.
(10) Saiamos, 13:13.
(11) Ofereçamos sempre sacrifício de louvor, 13:15.

A carta pode ser dividida em duas partes: Parte I, principalmente doutrinária; Parte II, principalmente prática.

SINOPSE:

I. Seção 1. A preeminência de Cristo.

Cap. 1.
(1) Sobre os profetas, devido à glória divina dele, vv. 1-3.
(2) Sobre os anjos.
(a) Por possuir melhor nome, v. 4.
(b) Reconhecido como o único Filho verdadeiro do Pai, v. 5.
(c) Deus ordena aos anjos que adorem ao Filho, v. 6.
(d) Exaltado acima dos anjos ao trono eterno, à direita de Deus, vv. 8-14.

Cap. 2.
(e) Sua mensagem é de fundamental importância, e por isso não podemos negligenciá-la, vv. 1-4.
(f) Jesus, feito um pouco menor que os anjos, morreu pela humanidade a fim de trazer muitos filhos à sua própria glória com o Pai e para destruir aquele que tem o poder da morte, vv. 9-14.

Seção 2. A preeminência do sacerdócio de Cristo.

Cap. 2. (Cont.)
(1) Assumiu a natureza humana.
(a) Como preparação para sua obra de reconciliação, vv. 16-17.
(b) Sua tentação o preparou para ajudar aos tentados, v.18.

Cap. 3.
(2) Uma chamada a considerar o sacerdócio de Cristo, v. 1.
(3) Sua preeminência sobre Moisés, que foi servo, enquanto Cristo, filho, vv. 2-6.
(4) Parêntese: o fracasso de Israel.
(a) Em entrar no descanso de Canaã, vv. 7-11.
(b) Foram excluídos devido à incredulidade, vv. 12-19.

Cap. 4.
(c) Advertência à igreja para que não siga o exemplo de incredulidade de Israel, mas que entre no descanso da fé, vv. 1-8.
(d) O crente descansa na obra da redenção e deixa de confiar nas próprias obras, vv. 9-11.
(e) O poder da Palavra de Deus, vv. 12-13.
RETOMA-SE O TEMA DO SACERDÓCIO DE CRISTO.
(1) O sacerdócio compassivo de Cristo é um chamado de ânimo à firmeza e à oração, vv. 14-16.

Cap. 5.
(2) O sumo sacerdote, seu ofício e obra:
(a) Tomado de entre os homens, v. 1.
(b) Compreensivo devido às suas próprias debilidades, v.2.
(c) Apresenta uma oferta por si mesmo e também pelo povo, v. 3.
(d) Escolhido por Deus, v. 4.
(3) Características do sacerdócio de Cristo:
(a) Escolhido por Deus segundo nova ordem, vv. 5-6.
(b) Ofereceu orações sinceras por livramento em uma atitude de obediência, vv. 7-8.
(c) Converteu-se em fonte de eterna salvação, vv. 9-10.
(4) Repreensão paternal, chamado, advertência e recomendação.
(d) Repreensão pela torpeza e imaturidade, vv. 11-14.

Cap. 6.
(e) Chamado ao progresso na verdade doutrinária, vv. 1-3.
(f) Advertência acerca dos que, havendo gozado dos privilégios mais sublimes da Nova Aliança, se afastam de Cristo, vv. 4-8.
(g) Elogio à igreja e a confiança de que os crentes continuarão fiéis e herdarão as promessas, vv. 9-12.
Retoma-se, de novo, o tema do sacerdócio de Cristo.
(5) A certeza do cumprimento das promessas divinas.
(a) Ilustrada na vida de Abraão, vv. 13-15.
(b) Confirmada por juramento, vv. 16-17.
(c) Como âncora da alma, vv. 18-19.
(d) Garantida por nosso sumo sacerdote celestial, v. 20.

Cap. 7.
(6) O sacerdócio de Melquisedeque como tipo do de Cristo.
(a) Com um grande nome e pertencente a uma ordem eterna, vv. 1-3.
(b) Abraão o honrou com os dízimos e foi feito superior ao sacerdócio de Arão, vv. 4-10.
(7) Resumo das qualidades preeminentes do sacerdócio de Cristo.
(a) Como o de Melquisedeque, pertencia a uma ordem eterna e foi confirmado pelo juramento divino, vv. 11-22.
(b) É imutável e infinito em poder, vv. 23-25.
(c) Foi puro e perfeito, e consumou um sacrifício completo, vv. 26-28.

Cap. 8.
(d) Exerce seu ministério no santuário celestial, vv. 1-5.
(e) É mediado por meio de uma melhor aliança, vv. 6-13.

Cap. 9.
(f) Os ritos, as cerimônias e os sacrifícios que os sacerdotes realizaram no passado eram apenas tipos,vv.1-10.
(g) A obra redentora de Cristo e seu sangue purificador do pecado são realidades sublimes, vv. 11-15.
(h) As provisões da antiga aliança eram figura da obra perfeita que Cristo realizou na nova aliança, vv. 16-28.

Cap. 10.
(i) Os sacrifícios israelitas, repetidos continuamente, eram ineficazes para tirar o pecado, ao passo que Cristo, por meio de seu grande e único sacrifício, completou a obra redentora para a humanidade e se sentou à destra de Deus, esperando a consumação do plano divino, vv. 1-18.

II. Antes de tudo, ensino e exortações práticas.

(1) O privilégio de entrar na presença divina por meio do sacrifício, e o sacerdócio de Cristo, vv. 19-21.
(2) Exortações.
(a) A nos achegarmos confiantemente em adoração, com um coração preparado, v. 22.
(b) à firmeza, ao estímulo mútuo e à lealdade, vv. 23-25.
(3) Advertência acerca dos perigos da reincidência.
(a) O castigo imposto aos desobedientes sob a lei mosaica, v. 28.
(b) O destino, ainda pior, para os que desonram o sacrifício de Cristo e o espírito da graça de Deus, vv. 29-31.
(4) Lembrança aos crentes hebreus de seu valor ao suportar as aflições e exortações à paciência e à perseverança, vv. 32-39.

Cap. 11.
(5) Lista de heróis e heroinas da fé.
(a) A esfera da fé, vv. 1-3.
(b) Exemplos notáveis de fé: Abel, v. 4. Enoque, vv. 5-6 Noé, v. 7. Abraão e Sara, vv. 8-19. Isaque, Jacó, e José, vv. 20-22. Moisés e seus pais, vv. 23-29. Josué e Israel, v. 30. Raabe, v. 31. Outros crentes sobresselentes, vv. 32-40.

Cap. 12.
(6) O atletismo espiritual, a carreira cristã.
(a) A concorrência, a preparação e como correr, v. 1.
(b) Os olhos postos no Mestre, recordando sua vitória, v. 2.
(c) Inspiração quando se está cansado, vv. 3-4.
(d) O valor do sofrimento e da disciplina na instrução, vv. 5-10.
(e) Os bons resultados do sofrimento e da disciplina, v. 11.
(f) Apelo ao vigor e à retidão, vv. 12-13.
(7) Exortações quanto à paz, à pureza e ao cuidado contra as más influências, vv. 14-15.
(8) Advertências acerca do desprezo pelas bênçãos de Deus, vv. 16-17.
(9) Contraste entre o monte Sinai da antiga Aliança e o monte Sião da nova Aliança.
(a) O monte Sinai com as manifestações terríveis do poder divino, vv. 18-21.
(b) O monte Sião com a companhia gloriosa na Jerusalém celestial, vv. 22-24.
(10) Solene advertência a respeito da necessidade de atentarmos para a mensagem celestial, e contraste entre a efemeridade das coisas terrenas e a permanência do reino de Deus, vv. 25-28.

Cap. 13.
(1) Exortações finais acerca dos deveres cristãos.
(a) Deveres sociais, vv. 1-6.
(b) Deveres perante os líderes religiosos, v. 7.
(c) Um Cristo imutável deve inspirar firmeza na doutrina cristã, vv. 8-9.
(d) Devemos buscar a santifição, vv. 10-14.
(e) Devemos ser agradecidos, bondosos, e obedientes aos governantes, vv. 15-17.
(2) Palavras de conclusão.
(a) Um pedido de oração e os votos de bênção, vv. 18-21.
(b) Saudação e bênção finais, vv. 22-25.

PORÇÕES SELETAS:

O sofrimento, é uma preparação para o sacerdócio, 2:9-18.
O descanso da fé, 4:1-11.
A maturidade espiritual, 5:12-6:2.
A Nova Aliança, 8:8-13.
O capítulo da fé. Ou a galeria dos heróis, cap. 11.
O capítulo do “atletismo espiritual” e da carreira cristã.
O sofrimento, a correção e a disciplina como preparação para a vitória, 12:1-13.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – Filemon – Introdução

 

LIVRO DE FILEMON
 

AUTOR: É uma carta particular de intercessão escrita por Paulo provavelmente em Roma, e enviada a Filemom, em Colossos, Cl 4:7-9.

DADOS ACERCA DE FILEMOM: Aparentemente era membro da igreja de Colossos, a qual parece que se reunia em sua casa, v. 2.

Sua benevolência (vv. 5-7) e o pedido de Paulo de preparar-lhe alojamento (v. 22) indicam que era um homem de certos recursos econômicos.

Paulo, pelo fato de nunca ter estado em Colossos (Cl 2:1) deve ter conhecido a Filemom em alguma outra parte, possivelmente em Éfeso, que não estava muito longe. Talvez tenha sido convertido pelo apóstolo, v. 19.

HISTÓRIA DE ONÉSIMO: Era um escravo que havia fugido de Filemom. Teria possivelmente roubado ao seu amo e fugido para Roma, v. 18, onde esteve sob a influência de Paulo e se converteu (cf. v. 10).

Chegou a ser discípulo de Cristo, Cl 4:9. Paulo queria tê-lo em Roma como seu ajudante (v. 13), mas por não ter o consentimento de Filemom (v. 14), sentiu-se no dever de enviar o escravo a seu amo.

Desta maneira, o apóstolo escreve esta bela carta de intercessão, pedindo a Filemom que perdoe a Onésimo e lhe devolva a confiança.

SINOPSE:

(1) Saudação cordial e elogiosa, vv. 1-7.
(2) Testemunho acerca da mudança do caráter de Onésimo, vv. 10-11.
(3) A amável petição de perdão em favor do escravo fugitivo, vv. 12-19.
(4) Saudações e bênção, vv. 20-25.

LIÇÕES ESPIRITUAIS: do exemplo de Paulo.

(1) A importância do interesse pelos desafortunados.
(2) O dever dos crentes de obedecer à lei: Onésimo tem que regressar ao seu amo.
(3) A irmandade cristã está acima de todas as distinções sociais e de classes.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – Tito – Introdução

 

LIVRO DE TITO
 

AUTOR: Paulo, o apóstolo.

DADOS ACERCA DE TITO: Era gentil, Gl 2:3; amigo amado e ajudante de Paulo, 2Co 2:13; 7:6, 13; 8:23. Mensageiro da igreja de Corinto, 2Co 8:16-18. Era absolutamente confiável e abnegado, 2Co 12:18. Foi companheiro de Paulo e Barnabé numa viagem a Jerusalém, Gl 2:1. Paulo deixou-o em Creta como supervisor das igrejas, Tt 1:5. Esteve em Roma com Paulo durante o encarceramento deste. 2Tm 4:10. Parece que possuía melhor saúde e mais maturidade que Timóteo.

TEMA PRINCIPAL: Conselhos e exortações acerca dos deveres e das doutrinas ministeriais, com ênfase especial sobre as boas obras.

TEXTOS CHAVE: 1:5;3:8.

PENSAMENTO PRINCIPAL: A ênfase nas boas obras está em 1:16; 2:7, 14; 3:1, 8, 14. Esta é uma resposta suficiente para os que dizem que há um conflito doutrinário entre as cartas de Paulo e a de Tiago.

O caráter dos cretenses era tal que Paulo julgou necessário aconselhar a seu ministro a insistir no ensino acerca da vida cristã conseqüente. Sem dúvida, esta carta não ensina a salvação pelas obras, 3:5.

SINOPSE:

I. Antes de tudo são instruções acerca da organização e da disciplina da igreja.

Cap. 1.
(1) Saudação e referência à esperança gloriosa do evangelho, vv. 1-4.
(2) Propósito do envio de Tito a Creta, v. 5.
(3) Ordem e disciplina da igreja.
(a) Caráter e requisitos dos anciãos e dos bispos, vv. 6-9.
(b) Dever de silenciar os mestres mercenários, vv. 10-11.
(c) O espírito pecaminoso dos cretenses requeria um trato rigoroso e uma adesão firme à verdade, vv. 12-14.
(d) Condenação da impureza interior e da hipocrisia, vv.15-16.

II. A sã doutrina e as boas obras.

Cap. 2.
(1) Instruções apostólicas adaptadas a várias classes.
(a) Acerca da atitude e do comportamento das pessoas idosas, vv. 2-3.
(b) Ensino adaptado a moços e moças, vv. 4-6.
(c) Exortações a Tito acerca de seu exemplo pessoal, vv. 7-8.
(d) Deveres dos escravos, vv. 9-10.
(2) A oportunidade universal de salvação requer:
(a) Abnegação e piedade neste mundo, vv. 11-12.
(b) Anelo do cumprimento da bendita esperança da vinda de Cristo, v. 13.
(c) Viver em santidade, v. 14.
(3) A importância de fazer valer estas verdades, v. 15.

III. Principalmente instruções adicionais acerca de manter a doutrina das boas obras, e o método divino da salvação.

Cap. 3.
(1) Obrigações e deveres sociais, vv. 1-2.
(2) O método de salvação pela graça.
(a) A universalidade do pecado, v. 3.
(b) A graça purificadora por meio de Cristo, e não das boas obras, é a base da salvação, vv. 4-7.
(3) A importância das boas obras deve ser ensinada constantemente, v. 8.
(4) Como enfrentar as questões tolas e a heresia, vv. 9-11.
(5) Palavras finais e bênção, vv. 12-15.

PORÇÕES SELETAS:

A bendita esperança, 2:11-14.
Salvos pela graça, 3:4-7.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – II Timóteo – Introdução

 

LIVRO DE II TIMÓTEO
 

AUTOR: O apóstolo Paulo.

LUGAR E DATA: Provavelmente tenha sido escrita em Roma, ano 65-67 d.C. Esta carta contém as últimas palavras do apóstolo.

PROPÓSITO:

(1) Geral, o de animar e instruir o jovem evangelista em seu trabalho ministerial.
(2) Especial, o de pedir ao seu filho no evangelho, Timóteo, que vá logo a Roma levando ao apóstolo o consolo da sua companhia, 1:4;4:9,21.

MARCO HISTÓRICO: Geralmente se crê que Paulo esteve encarcerado duas vezes em Roma, e que foi durante a segunda vez que escreveu esta carta. Anteriormente ele havia tido alguma liberdade, pois vivia numa casa alugada, At 28:30.

Durante esse tempo teria acesso aos amigos, mas agora estava incomunicável e Onesíforo havia tido dificuldade de encontrá-lo, 1:17. Muitos de seus companheiros o haviam abandonado, ele esperava ser executado logo. Percebe-se, através da carta, um tom triste de solidão, e o anseio de Paulo de ver a seu amado Timóteo

PARTICULARIDADES DA CARTA:

As duas cartas a Timóteo contém exortações urgentes. É possível que Timóteo estivesse enfermo (veja 1Tm 5:23). Talvez também fosse tímido, 2Tm 1:6-7. A palavra “envergonhado” parece saliente na epístola. Paulo instou com ele para que não se envergonhasse de seu testemunho, de seu amigo prisioneiro, 1:8, ou de seu trabalho, 2:15. Exortou-o a considerar-se como um soldado em meio a uma batalha renhida, 2:3-4.

A CARTA PODE SER DIVIDIDA EM QUATRO PARTES: Os capítulos proporcionam as divisões naturais.

SINOPSE:

I. Saudações pessoais, exortações e experiências.

Cap. 1.
(1) Afetuosa saudação, vv. 1-4.
(2) Lembra a piedosa linhagem de Timóteo e o exorta à seriedade e ao valor, vv. 5-8.
(3) Refere-se ao plano de salvação por meio de Cristo, vv. 9-10
(4) Alusões pessoais ao próprio chamado do autor da carta à obra e sua firme confiança no Senhor, vv. 11-12.
(5) Uma segunda exortação, vv. 13-14.
(6) Refere-se à deslealdade das igrejas da Ásia e recomenda a confiabilidade de Onesíforo, vv. 15-18.

II. Antes de todo, conselhos ao jovem servo do Senhor.

Cap. 2.
(1) Como soldado espiritual, atleta e lavrador.
(a) A ser forte na graça divina e a escolher ajudantes fiéis, vv. 1-2.
(b) A manifestar qualidades militares de resistência e a separar-se das ataduras do mundo, vv. 3-4.
(c) Como atleta espiritual, a observar as regras do jogo, v. 5.
(d) Como um lavrador que espera os frutos, v. 6.
(2) Verdades que se deve ter em conta.
(a) A ressurreição de Cristo, cuja pregação havia provocado o encarceramento de Paulo, vv. 7-9.
(b) O sofrer pela igreja e o morrer com Cristo conduz à vida eterna e à honra espiritual, vv. 9-12.
(3) Conselhos acerca de como enfrentar a heresia e a controvérsia religiosa.
(a) Por meio de admoestações sérias aos contenciosos,v.14.
(b) Buscar ser hábil expositor da verdade, v. 15.
(c) Evitar palavras profanas e doutrinas estranhas que carcomem a vida espiritual e destroem a fé, vv. 16-18.
(d) Recordar a fortaleza do fundamento divino e que os cristãos se devem separar do mal, v. 19.
(e) Lembrar que a igreja, como uma casa grande, tem alguns objetos de honra e outros de desonra, e que o propósito de cada crente deve ser o de tornar-se “idôneo para o uso do Senhor”, vv. 20-21.
(4) Conselhos acerca de desejos pessoais e de como tratar com as contendas.
(a) A importância da pureza pessoal e dos bens espirituais, v. 22.
(b) A necessidade de evitar perguntas tolas e contendas mediante uma atitude paciente diante dos oponentes, esperando que se arrependam, vv. 23-26.

III. Predições de apostasia e corrupção social, junto com uma exortação à firmeza.

Cap. 3.
(1) As diferentes características de maldade dos homens nos últimos dias, os quais, sob o pretexto de religião, praticam a sensualidade, vv. 1-6. A estupidez e insensatez deles um dia será manifesta a todos algum dia, vv. 7-9.
(2) Parêntese: referências à perseguição, vv. 11-12.
(3) Predição acerca da crescente onda de pecado, v. 13.
(4) O apóstolo chama Timóteo à firmeza, em vista de suas oportunidades espirituais e de sua instrução nas Escrituras desde a infância, vv. 14-15.
(5) O poder da inspirada Palavra de Deus para equipar e aperfeiçoar o obreiro cristão em sua tarefa, vv. 16-17.

IV. Um dever solene, um final vitorioso, um abandono triste, uma súplica comovedora e uma confiança perfeita.

Cap. 4.
(1) O dever solene:
(a) Fidelidade na entrega da mensagem, vv. 1-2.
(b) Predições acerca de uma época em que os homens desprezarão a verdade e buscarão mestres conforme suas próprias concupiscências, vv. 1-2.
(c) Exortação a um ministério sincero e fiel, v. 5.
(2) O fim da carreira de Paulo.
(a) Termina com uma atitude vitoriosa, vv. 6-8.
(b) Com uma confiança perfeita no Senhor, vv. 17-18.
(3) A necessidade de companheirismo, e algumas coisas para aliviar a vida na prisão.
(a) A solidão causada pela partida de amigos e a deserção de companheiros não confiáveis, vv. 10-12, também v. 16.
(b) A necessidade de algum consolo que alegre a vida na prisão, v. 13.
(c) Exorta a Timóteo a que venha logo, vv. 9,21.
(d) Saudações e bênção final, vv. 19-22.

 

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Bíblia – I Timóteo – Introdução

 

LIVRO DE I TIMÓTEO
 

AUTOR: O apóstolo Paulo.

DATA: Indeterminada.

TEMAS PRINCIPAIS: Conselhos e exortações a um jovem evangelista acerca de sua conduta pessoal e de seu trabalho ministerial.

TEXTO CHAVE: 3:15.

SINOPSE:

I. São principalmente conselhos doutrinários e experiências pessoais.

Cap. 1.
(1) Saudação, vv. 1-2.
(2) Conselhos acerca do trato com os mestres legalistas,
(a) Os que ressaltam doutrinas não fundamentais, em lugar da verdadeira piedade; as que em lugar de edificar o caráter causam disputas, vv. 3-6.
(b) Que desejam ser mestres da lei sem entender seu significado, vv. 7-11.
(3) A experiência de Paulo.
(a) Seu chamado ao ministério quando era enérgico opositor do evangelho, vv. 12-13.
(b) Seu reconhecimento da graça divina e sua confissão de indignidade, vv. 14-15.
(c) Sentiu a paciência de Cristo, v. 16.
(4) O primeiro encargo solene a Timóteo, vv. 18-20.

II. Oração por e conselhos aos homens e às mulheres.

Cap. 2.
(1) Oração intercessora por todos os homens, vv. 1-4.
(2) Cristo, o Mediador, vv. 5-6.
(3) Paulo, apóstolo dos gentios, v. 7.
(4) Deveres dos homens e das mulheres, vv. 8-15.

III. Vigilância espiritual. Requisitos dos bispos e diáconos.

Cap. 3.
(1) Requisitos dos bispos.
(a) Caráter pessoal e hábitos, vv. 2-3.
(b) Atitude perante a família, vv. 4-5.
(c) Experiência e boa reputação, vv. 6-7.
(2) Requisitos dos diáconos.
(a) Caráter, hábitos, e experiência cristã, vv.8-9.
(b) Devem ser provados por um tempo, v. 10.
(c) Ter esposas fiéis e exercer a devida autoridade em sua casas, vv. 11-12.
(d) A bênção de ser diácono, v. 13.
(3) O propósito da carta, v. 15.
(4) O mistério da encarnação de Cristo, v. 16.

IV. Predições e conselhos.

Cap. 4.

(1) Predições da apostasia futura e do predomínio de doutrinas satânicas que debilitariam o lar e trariam como resultado o ascetismo ímpio, vv. 1-4.
(2) Conselhos acerca do ensino, da conduta ministerial, do exemplo, etc.
(a) Características de um bom ministro de Cristo, v. 6.
(b) A preeminência da piedade, vv. 7-8.
(c) A importância de um exemplo piedoso, v. 12.
(d) O dever da diligência quanto à leitura e ao ensino; o exercício dos dons pessoais, vv. 13-14.
(e) A importância da meditação e da dedicação completa, unidas ao cuidado com a conduta pessoal, visando uma influência salvadora, vv. 15-16.

V. A administração ministerial, conselhos referentes a.

Cap. 5.
(1) Cortesia perante os anciãos, vv. 1-2.
(2) A atitude da igreja perante as viúvas, vv. 3-16. Nota: Esta passagem deve ser estudada com um conhecimento da época e das condições sócias.
(3) O dever perante os anciãos da igreja, vv. 17-20.
(4) O dever de agir de maneira imparcial e premeditada, vv. 21-22.
(5) Parêntese: conselhos acerca de assuntos pessoais, vv. 23-25.

Cap. 6.
(6) Deveres dos servos, vv. 1-2.
(7) O dever de separar-se dos mestres contenciosos, vv. 3-5.
(8) As bênçãos do contentamento, vv. 6-8.
(9) O perigo das riquezas e o dever do ministro de evitar a cobiça, de buscar virtudes cristãs, e de “combater o bom combate da fé”, vv. 9-12.
(10) Dever solene do jovem evangelista de manter pura a sua doutrina até a aparição do Rei dos reis,vv.13-16.
(11) Timóteo deve exortar os ricos para que não sejam orgulhosos nem confiem em si próprios, e para que façam o bem e ajuntem tesouros nos céus, vv. 17-19.
(12) O dever final de ser fiel e de evitar falsas doutrinas, vv. 20-21.

 

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Bíblia – II Tessalonicenses – Introdução

 

LIVRO DE II TESSALONICENSES
 

É uma continuação de 1 Tessalonicenses.

AUTOR: O apóstolo Paulo.

DATA: Provavelmente escrita em Corinto pouco depois da primeira carta.

MARCO HISTÓRICO: É evidente que certas expressões da primeira carta de Paulo a esta igreja haviam sido mal interpretadas. Quando se referiu à incerteza do dia da vinda de Cristo, suas palavras haviam sido entendidas como se houvesse ensinado que o dia do Senhor estava perto.

Esse mal entendido resultou numa desnecessária comoção. Os convertidos estavam perturbados e alarmados, 2:2. Tinham pontos de vista errados acerca da proximidade da vinda do Senhor, que transtornaram suas vidas.

Alguns acreditam, de acordo com os versículos 2 e 3 do capítulo 2, que uma carta falsa, recebida pela igreja, havia agravado o problema, mas isto não passa de conjecturas. Não há dúvida de que a carta de Paulo foi escrita para ajudar a estabelecer esta confundida e preocupada igreja.

TEMA CENTRAL: A segunda vinda de Cristo.

TEXTO CHAVE: 3:5.

SINOPSE: A carta pode ser dividida em três partes.

I. Capítulo 1.

(1) Saudação e ação de graças, vv. 1-3.
(2)
(a) Palavras de consolo à igreja perseguida, vv. 4-6.
(b) Há um grande contraste entre o destino glorioso dos crentes na vinda de Cristo, e o destino dos ímpios não arrependidos, vv. 7-12.

II. Capítulo 2.

(1) Advertências contra o desassossego causado por pontos de vista errados acerca da vinda do Senhor, vv. 1-2
(2) O anúncio dos acontecimentos que ocorrerão antes do advento,
(a) A vinda de uma apostasia, v. 3.
(b) A auto-exaltação do homem do pecado, vv. 3-4.
(c) O iníquo se manifestará em seu devido tempo, acompanhado por sinais e prodígios mentirosos, vv. 5-9.
(d) Este iníquo será destruído na vinda de Cristo, v. 8.
(e) Os ímpios serão enganados, vv. 10-12.
(3) Um afetuoso chamado aos crentes que haviam desfrutado dos grandes privilégios do evangelho para que retenham a boa doutrina, vv. 13-15.
(4) Uma bênção consoladora, vv. 16-17.

III. Capítulo 3.

(1) A confiança do apóstolo na igreja.
(a) Ele pede oração. vv. 1-2.
(b) Crê que eles serão guardados do mal e permanecerão obedientes às suas instruções, vv. 3-4.
(c) Ele ordena que esperem pacientemente a vinda de Cristo e que se separem dos irmãos que andam desordenadamente, vv. 5-6.
(2) O exemplo apostólico.
(a) De viver ordenadamente, v. 7.
(b) De manter-se com seus próprios recursos, a fim de dar bom exemplo, vv. 8-9.
(c) De insistir para que os crentes trabalhem, v. 10.
(3) Admoestações finais.
(a) Acerca dos preguiçosos e dos intrometidos, vv. 11-12.
(b) Acerca do trabalho persistente e do desobediente obstinado, vv. 13-14.
(4) Bênção e saudação, vv. 16-18.

 

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Bíblia – I Tessalonicenses – Introdução

 

LIVRO DE I TESSALONICENSES
 

AUTOR: O apóstolo Paulo.

DATA: O ano e o lugar não podem ser determinados com segurança. Acredita-se geralmente que esta foi a primeira de todas as cartas de Paulo e que provavelmente tenha sido escrita em Corinto, 49-54 d.C.

A igreja. Foi fundada por Paulo em sua segunda viagem missionária Ali encontrou uma oposição violenta à sua obra, mas teve êxito em ganhar alguns judeus e numerosos gregos, o que lhe permitiu estabelecer uma igreja fiel. Veja At. 17:1-10.

MARCO HISTÓRICO: Timóteo havia sido enviado por Paulo a fim de animar e fortalecer a igreja. Aquele, em seu regresso, fez um relato que aparentemente inspirou o apóstolo a escrever a carta, 3:6.

TEMAS PRINCIPAIS: Esta é uma das cartas mais pessoais de todas as de Paulo. Não é tão doutrinária ou polêmica como algumas outras. O corpo da carta consiste principalmente de recomendações, reminiscências pessoais, conselhos e exortações. A verdade central, ressalta amplamente, é a esperança futura da vinda de Cristo.

SINOPSE: A carta pode ser dividida em cinco partes.

I. Seção de encômio.

Cap. 1.
(1) Saudação, v. 1.
(2) Elogio à igreja. Por sua fé e seu serviço entranhável, vv. 2-4; por sua receptividade espiritual, vv. 5-6; por sua influência exemplar, vv. 7-8; por seu abandono da idolatria e por sua esperança espiritual, vv. 9-10.

II. Seção de reminiscências. Paulo recorda as características de seu ministério.

Cap. 3.
(1) Como valoroso, sincero, temente a Deus, veraz e abnegado, vv. 2-5.
(2) Como humilde, amável, afetuoso, trabalhador, irrepreensível, e paternal, vv. 6-12.
(3) Se refere à docilidade e aos sofrimentos da igreja, vv. 13-14.
(4) Faz referência a seu desejo de visitar a igreja, e se gloria neles como sua coroa de gozo, vv. 17-20.

III. Seção do mensageiro.

Cap. 3.
(1) Envia a Timóteo para fortalecer a igreja, vv. 1-5.
(2) O informe favorável de seu mensageiro, e seu resultado reconfortante e gozo, vv. 6-9.
(3) A oração sincera de Paulo para que possa visitar a igreja e ajudá-los em seu desenvolvimento espiritual, vv. 10-13.

IV. Seção de exortação.

Cap. 4.
(1) Exortações à procura pessoal e social, vv. 1-8.
(2) Exortações ao amor fraternal e ao trabalho, vv. 9-12.

V. Seção da esperança futura.

Cap. 4. A vinda do Senhor.
(1) A esperança consoladora para os que perderam um ente querido, vv. 13-14.
(2) A ordem das ressurreições, v. 15.
(3) Ocorrências relacionadas com a aparição de Cristo, vv. 16-18.

Cap. 5.
(4) Desconhece-se o dia de sua vinda, vv. 1-2.
(5) Será inesperada para os incrédulos, v. 3.
(6) Os filhos da luz devem estar preparados, vv. 4-8.
(7) A segurança dos crentes nesse dia, vv. 9-11.

VI. Seção do dever.

(1) Exortações acerca dos deveres práticos da vida cristã, 5:12-22.
(2) Conclusão e bênção, 5:23-28.

PORÇÕES SELETAS

A segunda vinda de Cristo, 4:13-5:11.
Deveres práticos, 5:12-22, esta é uma passagem paralela do capítulo 12 de Romanos.

 

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Bíblia – Colossenses – Introdução

 

LIVRO DE COLOSSENSES
 

AUTOR: Paulo, o apóstolo.

DATA: Provavelmente escrita em Roma, ano 60-64 d.C.

A QUEM FOI DIRIGIDA? à igreja em Colossos, uma cidade da Ásia Menor.

PROPÓSITO

(1) General, uma mensagem de boa vontade, para exortar e ensinar os crentes.
(2) Especial, para contestar erros doutrinários que surgiam da mescla de ensinos do judaísmo com a especulação oriental e filosófica. Estas heresias tendiam a obscurecer a glória divina de Cristo.

CARACTERÍSTICAS: A carta tem uma aparência considerável com Efésios, tanto nos conceitos como na linguagem. Sem dúvida, tem uma mensagem distintiva própria. Em Efésios, Paulo enfatiza a igreja como o corpo de Cristo, enquanto que em Colossenses ele ressalta a Cristo como cabeça da igreja.

A advertência contra a confiança na sabedoria mundana que aparece em 1 Coríntios também aparece em Colossenses.

SINOPSE: A carta pode ser dividida em seis partes.

I.

Cap. 1.
(1) Saudação apostólica e recomendações , vv. 1-8.
(2) Oração pela igreja.
(a) Para que seja cheia de sabedoria, frutifique em toda boa obra, e seja fortalecida com o poder divino, vv. 9-11.
(b) Dando graças pela herança espiritual, a grande libertação, e a redenção dos pecados, vv. 12-14.

II. A seção doutrinária. Tema principal, a glória da pessoa e a obra de Cristo.

Cap. 1.
(1) Sua preeminência gloriosa.
(a) Como a imagem de Deus, v. 15.
(b) Ele é o criador de todas as coisas, v. 16.
(c) Sua preexistência, v. 17.
(d) Como cabeça da igreja, v. 18.
(e) Sua plenitude divina, v.19.
(f) Sua obra reconciliadora, vv. 20-23.
(g) O mistério da habitação de Cristo nos crentes é proclamado no ministério de Paulo, vv. 24-29.

Cap. 2.
(2) A preocupação de Paulo acerca do estado da igreja.
(a) Para que os membros possam estar unidos em amor, tendo um conhecimento mais completo dos mistérios espirituais do Pai e de Cristo, vv. 1-3.
(b) Adverte contra falsas doutrinas e exorta a ter uma fé constante em Cristo, vv. 4-7.

III. Seção doutrinária e polêmica.

Cap. 2.
(1) O perigo da filosofia mundana e o legalismo, v. 8.
(2) A glória transcendente de Cristo e o poder de suas ordenanças espirituais, em contraste com as do sistema cerimonial, vv. 4-13.
(3) O poder libertador da cruz de Cristo para abolir o antigo cerimonialismo, vv. 14-17.
(4) Advertências acerca do culto aos anjos e o misticismo falso, que não reconhece a Cristo como cabeça da igreja, vv. 18-19.
(5) Advertências contra o cerimonialismo e o ascetismo, vv. 20-23.

IV. Seção de exortações.

Cap. 3.
(1) As aspirações e inclinações celestiais, vv. 1-4.
(2) A subjugação das concupiscências e dos desejos carnais, vv. 5-7.
(3) A deixar de lado as paixões e os vícios mundanos, e a revestir-nos das graças e virtudes cristãs, vv. 8-14.
(4) A ser governados por um espírito de paz, unidade e gratidão, v. 15.
(5) A buscar a verdade para que sejamos ajudados mutuamente na instrução, na admoestação e no louvor. A fazer todas as coisas no nome de Cristo, vv. 16-17.

V. Seção familiar.

Cap. 3,4.
(1) Os deveres dos diferentes membros do lar cristão: esposas, esposos, filhos, pais, escravos e senhores, 3:18-4:1.

VI. Seção do companheirismo.

Cap. 4.
(1) Pedido de Paulo para que orem por ele, e seus conselhos acerca da conduta social, vv. 3-6.
(2) Saudações finais e recomendação de trabalhadores, vv. 7-18.

 

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Bíblia – Filipenses – Introdução

 

LIVRO DE FILIPENSES
 

AUTOR: Paulo, o apóstolo.

DATA: Incerta. Provavelmente tenha sido escrita em Roma, ano 60-64 d.C.

A igreja filipense era uma igreja ideal em muitos sentidos. Era agradecida e bondosa. Veja 4:15-16; 2Co 8:2.

Foi fundada por Paulo em sua segunda viagem missionária, em meio a uma tempestade de perseguições. Os começos da obra se limitavam a umas poucas mulheres que se reuniam perto do rio. Lídia, uma vendedora de púrpura, foi a primeira convertida, mas logo se uniram a ela o carcereiro de Filipos e sua família. Estes, e talvez uns poucos mais, se converteram no núcleo da igreja. Veja At 16:12-40.

CARACTERÍSTICAS DA CARTA: Esta é uma carta de amor espiritual à igreja, cheia de entranhável carinho e gratidão. Escrita em circunstâncias difíceis enquanto Paulo estava prisioneiro. A carta ressalta a vitória e o gozo.

Gozo na oração, 1:4; no evangelho, 1:18; na comunhão cristã, 2:1-2; nos sacrifícios pela causa, 2:17-18; no Senhor, 3:1; no cuidado entranhável pela igreja, 4:10.

MENSAGEM CENTRAL: Jesus Cristo.

Cap. 1.
(1) Como a fonte de fruto espiritual, v. 11.
(2) Como o tema da pregação, v. 18.
(3) Como a motivação maior do serviço cristão, vv. 20-21.

Cap.2.
(4) Ao exibir único espírito e exemplo perfeitos, vv. 5-11.

Cap. 3.
(5) O conhecimento de quem é o supremo prêmio pelo qual lutar na vida, vv. 7-14.
(6) A cuja aparência os corpos dos crentes serão semelhantes, vv. 20-21.

Cap.4.
(7) Cujo poder é limitado na vida do crente, v. 13.
(8) Quem é o canal de provisões divinas para cada necessidade, v. 19.

SINOPSE

Cap. 1.
(1) A saudação, vv. 1-7.
(2) Uma declaração pessoal do apóstolo de sua vida interior e de sua atitude perante a igreja.
. (a) Seu interesse profundo pelo seu desenvolvimento espiritual, vv. 8-11.
. (b) A certeza de que suas cadeias têm sido uma bênção para muitos, vv. 12-19.
. (c) Sua esperança e seu desejo de que, qualquer que seja o resultado de seu encarceramento, Cristo seria exaltado pela sua vida ou pela sua morte, v. 20.
. (d) Sua compreensão da bênção da morte para o crente. Não obstante, ao sentir que sua obra não estava terminada esperava visitar a igreja filipense uma vez mais, vv. 21-25.
. (e) Seu interesse principal é pela fidelidade da igreja em meio à perseguição de que é objeto, vv. 27-30.

Cap. 2.
(3) Exortações acerca da vida e do caráter cristão.
. (a) A unidade, a humildade e o esquecimento de si mesmos, vv. 1-4.
. (b) Buscar a mente de Cristo, vv. 5-13.
. (c) Cooperar com Deus, ocupando-nos de nossa salvação pessoal, e a viver como seus filhos irrepreensíveis num mundo de maldade, vv. 12-16.
(4) Recomendação do apóstolo e de seus mensageiros, Timóteo e Epafrodito, vv. 19-30.

Cap. 3.
(5) Advertências contra os judaizantes, 1-3.
(6) Narrativa das experiências do apóstolo.
. (a) Um judeu privilegiado e fervoroso, que tinha considerado todos os valores da justiça da lei como esterco, a fim de aceitar a justiça pela fé em Cristo, vv. 4-9.
. (b) Sua ambição suprema era a de conhecer a Cristo, participar de sua ressurreição, e alcançar o alvo final de um caráter semelhante ao de Cristo, vv. 10-14.
(7) Outras exortações à igreja:
. (a) Seguir o exemplo apostólico, vv. 15-17.
. (b) Ter cuidado dos inimigos da cruz. vv. 18-19.
. (c) Ser cidadãos do céu, e esperar uma grande transformação na vinda do Senhor, vv. 20-21.

Cap. 4.
. (d) Manter a firmeza, a unidade, a ajuda, a gentileza; estar livres do afã, orar e elevar a maneira de pensar, vv. 1-8.
(8) Palavras finais de apreço, uma promessa de provisão divina para cada necessidade; as saudações e a bênção, vv. 10-23.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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Bíblia – Efésios – Introdução

 

LIVRO DE EFÉSIOS
 

AUTOR: Paulo, o apóstolo. Veja 1:1.

DATA: Provavelmente escrita em Roma, ano 60-64 d.C.

O MINISTÉRIO DE PAULO EM EFÉSIO

Sua primeira visita, At 18:18-21; em sua segunda visita, o Espírito Santo foi dado aos crentes, At 19:2-7; continua seu trabalho com êxito extraordinário, At 19:9-20; seu conflito com os artífices, At 19:23-41; sua palavra aos anciãos efésios, At 20:17-35.

MARCO HISTÓRICO:

Os judeus convertidos nas igrejas primitivas se inclinavam a ser exclusivos e a separar-se de seus irmãos gentios. Esta situação na igreja de Éfeso pode ter motivado o apóstolo a escrever esta carta, cuja idéia fundamental é a unidade cristã.

TEXTO CHAVE: 4:13.

CADEIA CHAVE: mostrar a corrente do pensamento, 1:10; 2:6, 14-22; 4:3-16.

TEMA PRINCIPAL: A unidade da igreja, especialmente entre os crentes judeus e gentios.

Percebe-se esta intenção na ocorrência de certas palavras e frases, como:
(1) As palavras com e juntamente; 1:10; 2:6; 2:22.
(2) A palavra um – um só novo homem;2:14-15; um só corpo, 2:16; um Espírito, 2:18; uma esperança,4:4; um Senhor, uma fé, um batismo, um Deus e Pai de todos, 4:5-6.

OUTRAS PALAVRAS E FRASES REPETIDAS:

(1) Em Cristo, 1:1,3,6,12,15,20; 2:10,13;3:11;4:21.
(2) Nos lugares celestiais, 1:3,20; 2:6; 3:10.
(3) Riquezas de graça, 1:7;2:7. Riquezas de glória, 1:18; 3:16. Riquezas de Cristo, 3:8.

SINOPSE

PARTE I. A igreja e o plano de salvação. Nota: Ao discutir o plano de salvação nas diferentes epístolas. Paulo varia a ênfase. Em Romanos, ele o faz sobre a fé sem as obras; em Gálatas, sobre a fé sem as observâncias cerimoniais; em Efésios, sobre a unidade dos crentes.

Cap. 1.
(1) A saudação, vv. 1-2.
(2) A origem divina da Igreja, vv. 3-6.
(3) O plano de salvação.
. (a) Por meio da obra redentora de Cristo, vv. 7-8.
. (b) Seu alcance é universal, vv. 9-10.
. (c) Garante uma rica herança espiritual, vv. 11-14.
. (d) Oração para que os crentes possam ser iluminados quanto às riquezas de suas provisões, vv. 15-23.

Cap. 2.
(e) O plano prevê uma ressurreição espiritual longe do pecado, e a exaltação do crente aos lugares celestiais vv. 1-6.
(f) Esta exaltação depende inteiramente da graça, e não das obras, vv. 7-10.
(g) Inclui os gentios, que estavam apartados de Deus, mas que foram aproximados por causa do sangue de Cristo, vv. 11-13.
(h) Remove todas as barreiras entre judeus e gentios, e os une em um corpo para habitação do Espírito Santo, vv. 14-22.

Cap. 3.
(i) Os mistérios do propósito divino são revelados a Paulo, e sua designação como apóstolo aos gentios, vv. 1-12.
(j) A segunda oração de Paulo pela plenitude espiritual da igreja e sua iluminação acerca do amor incomparável de Cristo, vv. 14-21.

PARTE II. Aplicação prática. Propósito do plano divino no que se refere à igreja.

Cap. 4.
(1) A unidade dos crentes.
. (a) No Espírito, 1-3.
. (b) As sete unidades mencionadas, vv. 4-6.
. (c) A diversidade de dons e a unidade do corpo de Cristo, vv. 7-16.
(2) A vida cristã conseqüente, o andar dos crentes:
. (a) Não como os pecadores, vv. 17-21.
. (b) Em uma nova vida, abandonado os pecados passados, vv. 22-32.

Cap. 5.
. (c) Andar em amor e pureza, vv. 1-7.
. (d) Andar na luz, vv. 8-14.
. (e) Andar com cuidado, cheios do Espírito, vv. 15-21.
(3) A vida no lar.
. (a) Deveres dos esposos e das esposas, vv. 22-23.

Cap. 6.
. (b) Deveres dos filhos, dos pais, dos servos, e dos senhores, vv. 1-9.
(4) A luta espiritual.
. (a) A fonte de fortaleza, v. 10.
. (b) A armadura e os inimigos, vv. 11-18.
(5) Palavras finais e bênção, vv. 19-24.

SELEÇÕES ESCOLHIDAS:

Orações de Paulo pela igreja, 1:16-23; 3:14-21.
A unidade cristã, 4:3-16.
A armadura espiritual, 6:10-17.

 

Fonte: Comunicadores Sem Fronteiras
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